Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Logística

O que 2013 trouxe para o Superporto de Santos

As obras para eliminação dos gargalos não ficam prontas para este ano.

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O que 2013 trouxe para o Superporto de Santos

Dois episódios marcaram profundamente o Porto de Santos no ano de 2013. Um terceiro passou meio despercebido mas vai ter repercussões maiores no futuro. O primeiro deles é o apagão logístico. Santos, Guarujá e Cubatão na área portuária e também Bertioga, Praia Grande e o litoral sul, no campo turístico foram dramaticamente afetadas. O diagnóstico é simplérrimo: muito caminhão e muito automóvel para pouca estrada. E para muitos gargalos.

O ano começou com cenas de inferno de Dante na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega. E teve congestionamentos monstruosos no escoamento da safra de grãos.

As obras para eliminação dos gargalos não ficam prontas para este ano. A safra de grãos vai bater recorde. E o fluxo de turistas na passagem de ano e no carnaval pode ser ainda maior porque a insatisfação com a vida na Grande São Paulo também aumentou.

A única novidade positiva é a adoção de um rodízio voluntário de veículos em estudo no litoral norte na volta dos feriadões. Ou seja: 2014 começa sob a ameaça de novos apagões logísticos.

O segundo episódio marcante para a vida do porto é o resultado da queda de braço entre o governo federal e a Prefeitura de Santos em relação à operação de grãos na Ponta da Praia, na margem portuária santista.

A Secretaria Especial de Portos anunciou licitação de terminais para janeiro ou fevereiro. A prefeitura, em função da poluição, queria transferir essa atividade para a área continental e proibiu os grãos na área insular da cidade na nova Lei de Uso do Solo.

O Tribunal de Contas da União determinou que a SEP refizesse os estudos respeitando as leis municipais. O ministro Antônio Henrique Silveira levou neste caso uma “fatality”, um golpe definitivo. E ficou marcada em função da nova regulação portuária e do Estatuto das Cidades, um ponto de inflexão nessa história de decisões federais enfiadas goela abaixo dos municípios portuários.

O que passou meio despercebido foi o acordo para que os terminais de contêineres possam usar 50% da mão de obra avulsa e os outros 50% vinculados pela CLT. A decisão marca muito provavelmente o início do processo de extinção do trabalho avulso. Mas isso fica para ser analisado com cuidado até junho do ano que vem, quando se extingue o acordo dos sindicatos com a Embraport.

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