Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Sanidade

Governo pode decretar emergência fitossanitária por causa de lagarta no TO

O decreto ainda não foi assinado porque falta uma comprovação oficial do Ministério da Agricultura da presença da praga e em relação ao descontrole da lagarta no Tocantins.

Compartilhar essa notícia

Apesar de resultado laboratorial sobre a praga Helicoverpa armigera ter dado negativo nas culturas de milheto e melancia na região de Guaraí, o governo do estado não descarta um decreto de emergência fitossanitária, já que pesquisas confirmaram a presença da lagarta, em locais pontuais no Tocantins.

“Nós não descartamos a hipótese de decreto de emergência fitossanitária em função dessa Helicoverpa armigera e em função daquilo que ela já causou em áreas produtivas do país”, diz o coordenador de Educação, Sanidade e Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins, Luis Henrique Michelin.

Com o decreto de emergência, os produtores poderiam adquirir produtos estrangeiros, que são mais eficazes, mas que não têm registro no Brasil. O decreto ainda não foi assinado porque falta uma comprovação oficial do Ministério da Agricultura da presença da praga e em relação ao descontrole da lagarta no estado.

Resultados – Nas três amostras, coletadas em outubro de 2013, foram encaminhadas 25 lagartas para a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – Instituto Biológico. O resultado para a Helicoverpa armigera foi negativa, mas para a Helicoverpa zea, foi positivo. Outras cinco amostras retiradas das plantações de soja da região centro-norte do Tocantins, ainda vão ser encaminhadas para análise.

Michelin diz que o produtor não deve se tranquilizar pelo fato de não ter encontrado a praga nas plantações de milheto e melancia, principalmente em função da proximidade que o estado tem de estados que já decretaram emergência fitossanitária. “Nós sabemos por parte da pesquisa que essa lagarta tem uma capacidade migratória e uma possibilidade de deslocamento de até mil quilômetros, então, nós estamos ainda em estado de alerta e os produtores devem estar conscientes disso.”

O coordenador diz ainda que o produtor deve continuar com “os procedimentos de manejo, dentro do manejo integrado de pragas, evitando a presença e controlando o portfólio de lagartas do jeito que está controlando.”

Pragas – A Helicoverpa zea também é conhecida como lagarta da espiga, lagarta da espiga do milho e lagarta da maça do algodoeiro, sua ocorrência foi registrada em várias regiões do Brasil e nas Américas Sul, Central e Norte. A Helicoperva armigera foi identificada, recentemente, e tem surpreendido produtores e pesquisadores pelo seu poder de destruição, causando prejuízos principalmente às lavouras de milho, soja e algodão.

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329