Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Exportação

Balança tem superávit, mas só o setor primário avança

Pela primeira vez desde 1980, mais da metade dos embarques ao exterior no primeiro semestre foi de bens primários.

Compartilhar essa notícia
Balança tem superávit, mas só o setor primário avança

A concentração das exportações brasileiras em produtos básicos, apesar da queda nos preços das commodities, atingiu o ponto mais alto em três décadas e meia. Pela primeira vez desde 1980, mais da metade dos embarques ao exterior no primeiro semestre foi de bens primários. De janeiro a junho deste ano, os básicos representaram 50,8% de tudo o que o país exportou. Essa proporção, que era de 25% em 2002, já havia subido para 47,5% no mesmo período do ano passado.

Os produtos manufaturados reduziram sua participação para o menor nível também desde 1980 e hoje equivalem a 34,4% das vendas totais, em um movimento que o governo atribui à lenta recuperação econômica nos principais mercados.
 
Em junho, a balança comercial obteve um superávit de US$ 2,365 bilhões. Apesar desse resultado, o primeiro semestre ainda registrou um déficit acumulado de US$ 2,490 bilhões. De qualquer forma, houve evolução em relação ao saldo verificado em igual período do ano passado, quando a entrada de importados havia superado as exportações em US$ 3,074 bilhões.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, evitou fazer projeções, mas disse apostar na “perspectiva” de fechar o ano no azul. “Há um nível de incertezas sobre a economia mundial que torna impossível fazer uma previsão para a balança”, disse o ministro.

A conta-petróleo, que mede a diferença entre as exportações e importações de óleo bruto e derivados, ajudou no resultado do primeiro semestre. O déficit nessa conta recuou de US$ 11,9 bilhões para US$ 8,7 bilhões. A redução está em linha com a expectativa do governo, mas contrasta com um aumento de 43% nas importações de petróleo e combustíveis em junho, isoladamente.

Assuntos Relacionados exportação
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329