Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,88 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,81 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,48 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,06 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 173,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.285,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,51 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,24 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
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Economia

Saldo comercial tem déficit de US$ 2 bilhões

Resultado é o pior para meses de novembro e balança deve fechar ano no negativo.

Saldo comercial tem déficit de US$ 2 bilhões

Resultado é o pior para meses de novembro e balança deve fechar ano no negativo; especialistas estão otimistas com escolha do senador Armando Monteiro (PTB-PE) para o Desenvolvimento

A balança comercial brasileira deve fechar 2014 perto de zero ou até mesmo negativa, de acordo com especialistas. A queda de preços de produtos de peso da pauta de exportação do País tem sido fator importante para a perda de fôlego das vendas externas.

Apesar disso, a expectativa de alta do dólar frente ao real e de queda da demanda interna brasileira, deve conter as importações no próximo ano, criando possibilidades de superávit – exportações maiores que importações – no comércio exterior.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o saldo da balança comercial brasileira veio negativa em novembro em US$ 2,350 bilhões, resultado de exportações em US$ 15,646 e de importações em US$ 17,996 bilhões. O desempenho é o pior para o mês desde 1994, início da série histórica. Até então, o resultado mais negativo para novembro havia sido em 1997, quando ocorreu um déficit de US$ 1,28 bilhão.

Em 12 meses, o saldo comercial está negativo em US$ 1,572 bilhão e, no ano, em US$ 4,221 bilhões. O déficit de novembro foi puxado pela queda na venda soja em grão, em 76,6%, de minério de ferro, em 47,5%, óleos combustíveis, em 55,3%, veículos de carga, em 46,8%, entre outros.

Sem saída
O presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, diz que em vista da perda de fôlego nas exportações, a projeção é que a balança comercial feche o ano negativa em US$ 4,8 bilhões. Para ele, isso deve acontecer, porque não há mais nenhum produto que possa reverter o resultado negativo. “A soja, o minério de ferro e o petróleo são únicos produtos que o Brasil exporta acima de US$ 20 bilhões. O valor exportado de todos os outros é abaixo de US$ 10 bilhões”, afirma Castro.

“A soja e o minério de ferro já perderam fòlego. A única surpresa agradável é que a venda de petróleo cresceu em quantidade, mas o preço está em queda”, complementa ele.

No relatório Focus, atualizado ontem, o mercado projeta balança comercial zero.

Para Castro, há possibilidades da balança comercial brasileira se recuperar em 2015, tendo em vista a queda nas importações. “A queda do consumo e a alta do câmbio deve conter as importações no próximo ano e provocar um superávit. Mas isso é o que eu considero como superávit negativo, pois é resultado de queda nas importações e não de aumento significativo nas exportações”, diz ele, esclarecendo que ainda não é possível traçar cenários mais concretos para o ano que vem.

Sobre a escolha do Senador Armando Monteiro (PTB-PE) para o Mdic, anunciado ontem pelo Palácio do Planalto, Castro considera positivo. “Monteiro é técnico e político. Por ser técnico, fala a mesma língua dos empresários, sabe a realidade da indústria e do comércio exterior. Ele viveu isso no dia a dia da CNI. E, por ser político, ele tem força para pleitear demandas do setor”, finaliza o presidente da AEB.

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