“Qualquer ponto porcentual (a menos no crescimento) da China afeta o Brasil, que é um grande exportador de commodities”, disse presidente da Abag
Redução no crescimento da China afeta o Brasil

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, afirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que a queda das bolsas asiáticas, em especial a da China, pode afetar o agronegócio nacional no longo prazo.
“Qualquer ponto porcentual (a menos no crescimento) da China afeta o Brasil, que é um grande exportador de commodities”, disse Carvalho, minutos antes do início do 5º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, em São Paulo.
Antes do início do congresso, alguns participantes comentavam o anúncio feito ontem pela presidente Dilma Rousseff de reduzir em dez o número de ministérios do governo. Carvalho disse que esta é uma demanda antiga do setor.
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“Há anos demandamos uma melhor coordenação dos ministérios e um enxugamento do governo”, declarou. Esta redução em número, contudo, não deve se traduzir em mais recursos para a pasta da Agricultura, na percepção de Carvalho. “No próximo ano, será ‘cobertor curto'”, disse, referindo-se a escassez de recursos de forma geral.
Ele comentou ainda que os produtores rurais têm tido dificuldade em acessar crédito nos bancos, tema da reunião que a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, terá hoje com representantes do setor. “Não sei mensurar se o dinheiro não chegou aos bancos. O que sabemos é que os produtores estão tendo dificuldades para acessá-lo.”





















