Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Pesquisa

Estudo da Unesp revela desinteresse por agricultura familiar

Mapeamento foi feito pela Unesp em parceria com a Prefeitura de Rio Claro.

Estudo da Unesp revela desinteresse por agricultura familiar

Um levantamento inédito do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) traçou o perfil das propriedades rurais de Rio Claro (SP) e deve permitir a implantação de políticas públicas para aumentar a renda das famílias que vivem no campo por meio da produção de alimentos e do turismo.

A pesquisa, feita em parceria com a Prefeitura, apontou que apenas 20% dos 516 sítios e chácaras com até 50 hectares têm agricultura familiar e que exemplos como o do casal Agenor Soares de Moura e Sueli Zamboni Soares são raros.

Eles mantêm uma propriedade de quatro hectares onde produzem frutas e verduras, e garantem que o trabalho compensa. “É o amor que a gente tem pelas coisas, pela plantação, pela terra, a gente faz com carinho mesmo”, disse Agenor.

Até pouco tempo, eles vendiam apenas para restaurantes. Agora, boa parte da produção vai para feiras e o casal também participa do Programa de Aquisição de Alimentos. “O meu pai foi agricultor. Quando criança, a gente ajudava muito os pais na roça, então essa era a minha paixão”, explicou Sueli.

Pesquisa
“Na realidade, o que a gente tem no município são propriedades herdadas há algum tempo e que estão lá como segunda residência, como áreas de lazer”, contou a professora Darlene de Oliveira Ferreira, coordenadora da pesquisa. “Nós não podemos, de maneira alguma, obrigar esses proprietários a fazer algum tipo de utilização, mas eles podem sofrer algum tipo de estímulo”, completou.

O levantamento revelou que mais de 50% das propriedades têm nascentes, uma boa notícia, mas mostrou também que a monocultura está presente em mais da metade das áreas analisadas e isso preocupa os pesquisadores.

“Quanto mais diverso é o espaço rural, menos ele sofre impactos ambientais. A monocultura traz problemas ambientais e problemas de ordem social também, ela não está gerando emprego”, justificou Darlene.

Turismo
Turismólogo da Prefeitura, Ronnei Grella comentou que, com o estudo, cabe à administração municipal adotar novas medidas.

“É agora a Prefeitura sentar com as demais secretarias e departamentos, analisar minuciosamente esse trabalho e começar a implantar ações para os pequenos proprietários rurais, valorizando assim esses pequenos proprietários”, disse.

E já há empresários aproveitando o potencial da cidade mesmo antes desses programas. Erick Zurita é um deles. Ele e o pai começaram a investir na produção de cachaça na região do bairro Mata Negra, a cerca de 20 km do Centro, e estão atraindo turistas interessados no restaurante montado pela família e, claro, na bebida.

Toda a produção é feita no local e a cachaça já ganhou duas vezes o título de melhor do país. “O processo inteiro de fabricação, desde o plantio da cana, os tratos culturais, passando pela fermentação, destilação, o envelhecimento, o engarrafamento, é tudo sem química nenhuma, todo o processo certificado, orgânico”, contou Erick

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Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,56
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,32
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 131,18
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,00
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,95
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  • Suíno - Estadual
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    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
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  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 188,24
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 210,75
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  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,76
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,93
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,06
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,10
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  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.207,77
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.085,06
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 201,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 164,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 172,94
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