Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

FMI: China, Brasil e Rússia prejudicaram o crescimento dos países emergentes

A situação atual contrasta com a liderança exercida pelas nações emergentes, em termos de expansão econômica mundial, no período posterior a 2008.

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FMI: China, Brasil e Rússia prejudicaram o crescimento dos países emergentes

O crescimento menor da China e a recessão profunda no Brasil e na Rússia foram apontados ontem (14/04), pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), como causas do baixo crescimento global das economias emergentes, sobretudo de outubro do ano passado até o momento. A situação atual contrasta com a liderança exercida pelas nações emergentes, em termos de expansão econômica mundial, no período posterior a 2008.

Em entrevista durante a abertura dos encontros de primavera do FMI e do Banco Mundial Primavera, a diretora do Fundo, Christine Lagarde, chamou a atenção para a adoção de uma agenda de política global, destinada a propiciar o retorno do crescimento. A agenda prevê uma combinação de políticas estruturais, fiscais e monetárias. Segundo Christine Lagarde, a economia global está se expandindo moderadamente mas a perspectiva se enfraqueceu ainda mais desde outubro do ano passado e, para piorar, “os riscos têm aumentado”.

De acordo com a diretora do FMI, não é apenas o crescimento lento, durante tanto tempo, que tem prejudicado os países. Para a diretora, o que prejudica os países é o conjunto de fatos decorrentes do baixo crescimento, que produz o aumento de riscos para as economias. A solução do problema requer “ações decisivas” dos governos para elevar os padrões de vida, reduzir o desemprego e recuperar os níveis de dívidas internas e externas adequadas para cada país.

A boa notícia, conforme disse Christine Lagarde, é o registro de alguma melhoria nos preços do petróleo. Outro fato positivo mencionado pela diretora do Fundo é a redução de pressões especulativas do mercado financeiro sobre a China. Se esses fatos forem consistentes, segundo disse, a economia global pode voltar a uma rota mais forte e segura. “Tudo depende de uma combinação de políticas dos países”, afirmou.
 

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