Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Clima

El Niño 2023/24 classificado como um dos cinco mais intensos da história

Fenômeno climático está perdendo forças, mas deve continuar elevando as temperaturas pelo menos até maio, diz a Organização Meteorológica Mundial

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El Niño 2023/24 classificado como um dos cinco mais intensos da história

O El Niño 2023/24, que ainda influencia o clima no Brasil, é um dos cinco mais fortes já registrados. A afirmação é da Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês). Boletim divulgado nesta semana aponta que o fenômeno climático está enfraquecendo, mas continuará levando a temperaturas mais quentes pelo menos até o mês de maio.

“Espera-se que o El Niño continue, embora mais fraco, e as temperaturas acima do normal previstas para a superfície do mar em grande parte dos oceanos globais levem a temperaturas acima do normal em quase todas as áreas terrestres”, afirma a nota da Organização.

As chances são de 60% do El Niño se manter pelos próximos dois meses e de 80% para uma condição de neutralidade entre abril e junho.

“Todos os meses, desde junho de 2023, estabeleceram um novo recorde mensal de temperatura – e 2023 foi de longe o ano mais quente já registado. O El Niño contribuiu para estas temperaturas recordes, mas os gases com efeito de estufa que retêm o calor são inequivocamente os principais culpados”, afirma a secretária-geral da Organização, Celeste Saulo, no boletim.

El Niño e La Niña

O comunicado da WMO destaca que há possibilidade de ocorrência do fenômeno La Niña até o final do ano, mas pontua que as chances ainda são incertas.

A avaliação difere da divulgada pela Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), que já aponta 75% de possibilidade de ocorrência de La Niña a partir do segundo semestre.

“O cenário deve mudar rapidamente nos próximos meses. Entre julho e agosto, podemos ter o início do La Niña, o que traz impactos extremamente importantes para o agronegócio brasileiro”, afirma Willians Bini, meteorologista e Chief Climate Officer (CCO) da FieldPRO.

Segundo ele, o retorno da La Niña pode causar chuvas irregulares nas regiões produtoras do Brasil. É possível que haja uma nova estiagem no Sul do país e atrasos na ocorrência de chuva no centro-oeste, o que pode prejudicar o início da safra de grãos.

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