Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Onda de calor no Centro-Sul mantém alerta máximo e eleva riscos para produção agropecuária

Entenda a onda de calor no Centro-Sul e como ela eleva os riscos para a produção agropecuária em diversas regiões

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Onda de calor no Centro-Sul mantém alerta máximo e eleva riscos para produção agropecuária

Parte do Centro-Sul do Brasil segue sob ազդեցo de uma intensa onda de calor, com previsão de persistência até pelo menos 1º de abril. As regiões mais afetadas concentram-se no Sul do país e no sul de Mato Grosso do Sul, onde as temperaturas permanecem mais de 5°C acima da média por vários dias consecutivos, caracterizando o fenômeno.

A condição climática está associada à atuação de uma bolha de calor posicionada entre o Paraguai e o norte da Argentina, que avançou sobre o território brasileiro, mantendo o predomínio de ar quente e seco. Esse cenário favorece a elevação contínua das temperaturas e reduz a ocorrência de chuvas, ampliando os impactos sobre o campo.

O Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta vermelho ativo para “grande perigo” relacionado à onda de calor, com indicação de risco à saúde humana. No Rio Grande do Sul, as áreas mais críticas incluem as regiões centro-ocidental, noroeste, sudoeste e sudeste, com destaque para zonas próximas à fronteira com o Paraguai e a Argentina, como Missões, Campanha e Fronteira Oeste.

Em Santa Catarina, o calor mais intenso se concentra na região oeste. No Paraná, as áreas sul e oeste também registram temperaturas elevadas. Já em Mato Grosso do Sul, o fenômeno atinge principalmente o sul e o oeste do estado, incluindo áreas próximas ao Pantanal.

A previsão indica manutenção do padrão climático até o início de abril, com predomínio de sol e persistência da massa de ar quente. Esse cenário acende um alerta para a agropecuária, especialmente para os sistemas intensivos de produção, como avicultura e suinocultura, que podem enfrentar desafios relacionados ao estresse térmico, queda de desempenho produtivo e aumento no consumo de água e energia.

Diante desse quadro, o monitoramento climático e a adoção de medidas de ambiência tornam-se estratégicos para mitigar impactos e preservar o desempenho zootécnico nas granjas.

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