Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Famusul quer congelar ICMS sobre suínos (CLIPPING)

Mato Grosso do Sul precisa aumentar em pelo menos 66% o número de matrizes suínas para conseguir abastecer o mercado local e exportar.

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Redação SI 07/06/2001 17:05 – Mato Grosso do Sul precisa aumentar em pelo menos 66% o número de matrizes de suínos para conseguir abastecer o mercado local e exportar. Para incrementar o setor, a Federação de Agricultura do Estado (Famasul) pretende apresentar ao governo estadual um pedido de congelamento da cobrança de imposto sobre a produção das atuais 30 mil matrizes por três anos. Conforme o projeto Leitão Vida, os produtores pagam Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
por até 12 filhotes de cada matriz ao ano, o que gera a taxação anual em aproximadamente 360 mil animais.

Para alcançar as 50 mil matrizes necessárias, os produtores pedem que não seja cobrado imposto sobre a produção das 20 mil novas matrizes durante os próximos três anos. “Queremos solicitar ao governo que mantenha a cobrança do imposto apenas sobre os cerca de 360 mil animais. O nosso número de abate hoje é de 600
mil suínos por ano, mas deverá aumentar com a expansão dos frigoríficos Seara a Aurora”, disse o assessor econômico da Famasul, Cláudio Mendonça. “Sem quantidade suficiente para abastecer o mercado interno, os frigoríficos estão buscando animais em outros estados, enquanto vendemos o que temos por preços melhores também em outras praças. Com mais matrizes poderíamos tomar conta dos dois mercados”, explicou.

Os frigoríficos locais importam principalmente do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. “Uma empresa fixada em Mato Grosso do Sul fechou contrato de compra recentemente com um suinocultor do Paraná para adquirir toda a sua produção pelo período de cinco anos. Se tivéssemos mais animais estaríamos vendendo com certeza. Além disso o consumo de milho no estado aumentaria consideravelmente, porque cada suíno consome, em média, três a quatro sacos de ração por ano”, expõe o assessor. Outro benefício apontado por Mendonça é a geração de empregos. “A cada 40 matrizes geramos um emprego direto e 10 indiretos”.

Segundo o gerente geral do Frigorífico Aurora, Mauro Antônio Grasel, 850 an imais estão sendo abatidos por dia na unidade. “Parte compramos aqui em São Gabriel D”Oeste, onde está localizado o frigorífico e o restante importamos de Rondonópolis, em Mato Grosso. A produção aqui no estado não está sendo suficiente para atender a de manda”, diz.

Com a certificação de área livre de aftosa e uma maior produção, o estado poderia aumentar ainda mais suas exportações que foram de US$ 2,2 milhões em carne de suíno congelada e US$ 185 mil em miudezas neste primeiro quadrimestre do ano. A questão da cobrança de imposto será debatida na próxima reunião da Coordenadoria de Suinocultura da Secretaria Estadual de Produção, ainda sem data marcada.

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