Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Em nome de Alá

Tudo sobre o abate Halal e a conquista do mercado islâmico pelo frango brasileiro.

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Redação AI 09/04/2002 – O Oriente Médio foi um dos mercados importadores que mais cresceu no ano passado. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2001, 35% do total das exportações de carne de frango brasileira foram destinadas ao mercado muçulmano, o que significou um rendimento de US$ 414 milhões, representando um crescimento de 36% em relação aos valores obtidos durante o mesmo período do ano anterior.

Entre os países do Oriente Médio, a Arábia Saudita continua sendo o maior comprador mundial do produto brasileiro. No ano passado, as importações árabes renderam ao Brasil US$ 240 milhões, ou seja, 40% de tudo o que a Arábia importou do País. Completam a lista dos principais importadores do frango brasileiro no Oriente Médio os Emirados Árabes Unidos, Iraque, Omã, Catar, Kuwait, Bahrein e Irã.

O islamismo, religião seguida pelos muçulmanos, impõe algumas restrições em relação à alimentação de seus adeptos. A doutrina divide os alimentos em três grupos distintos: os alimentos Halal, ou seja, permitidos; os Makruh, alimentos que podem ser consumidos, mas que não são encorajados a fazê-lo; e os alimentos proibidos, denominados Haram. Para os muçulmanos não é permitido comer carne suína e de animais carnívoros ou qualquer forma de sangue. Assim, o abate de frangos deve seguir rigorosamente os preceitos da religião islâmica.

“A religião islâmica é muito abrangente e, como não poderia deixar de ser, fala muito sobre a alimentação, especialmente sobre os alimentos de origem animal”, explica Ali Ahmad Saifi, diretor do Centro de Divulgação do Islã na América Latina e presidente do Grupo de Abate Halal. “Para se tornarem alimentos lícitos, ou seja, permitidos, o frango e outros animais devem ser abatidos de acordo com as diretrizes do islamismo”.

Veja na próxima edição da revista Avicultura Industrial (no. 1099) todas as exigências do mercado islâmico para a produção e abate de frangos e as empresas brasileiras que se adequaram aos requisitos e hoje exportam toneladas de carne de frango ao Oriente Médio.

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