Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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Argentinos terão que explicar barreiras ao frango brasileiro

O Brasil entregou oficialmente à OMC documentos que provam que as barreiras impostas pela Argentina ao frango nacional são ilegais.

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Redação AI 12/08/2002 – O Brasil entregou oficialmente à Organização Mundial do Comércio (OMC) documentos que provam, na avaliação do Itamaraty, que as barreiras impostas pela Argentina ao frango nacional são ilegais. Agora, o governo argentino terá até o dia 27 de agosto para apresentar sua defesa antes que a OMC faça seu julgamento.

O governo brasileiro argumenta que a medida antidumping estabelecida pelo governo argentino há dois anos viola oito pontos da regras da OMC e representa, na verdade, uma iniciativa para evitar que os produtos brasileiros supostamente invadam o mercado vizinho.

Segundo as regras da OMC, as barreiras antidumping são aplicadas após uma investigação que comprova que um determinado produto estaria entrando no mercado com preços desleais e gerando prejuízos para a indústria nacional.

Com base nessa regra, Buenos Aires argumenta que os produtores brasileiros estariam vendendo o frango nacional na Argentina a preços inferiores aos praticados no mercado brasileiro, o que comprovaria o dumping e na prática faz com que os argentinos percam competitividade no mercado interno. Por esse motivo, as autoridades em Buenos Aires estabeleceram um preço mínimo de US$ 0,98 do quilo de frango para que o produto brasileiro possa entrar no País. Caso o valor mínimo não seja respeitado, uma taxa será cobrada.

A Associação Brasileira de Exportadores de Frango (Abef) contra- argumenta afirmando que na realidade o produto nacional é mais competitivo que o argentino, e por isso ganha mercado. Segundo os produtores, somente no primeiro ano da aplicação da barreira argentina, o prejuízo superou R$ 150 milhões ao País.

A OMC irá esperar até o final do mês para ouvir as explicações formais do governo argentino. Com todas as informações em mãos, três árbitros internacionais decidirão se o argumento do Brasil deve ser respeitado pelos argentinos.

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