Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Suinocultor faz apelo em Brasília

Segundo Paulo Tramontini, presidente da ACCS, o objetivo é receber do governo federal a garantia de que haverá maior empenho nas negociações com os russos, principais compradores da carne suína catarinense.

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Redação SI 25/03/2003 – O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Paulo Tramontini, participa amanhã (26), em Brasília, de reunião com o Fórum Parlamentar Catarinense, Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento, na tentativa de buscar uma solução para o embargo da Rússia às exportações de carne suína do Estado. As vendas estão suspensas desde dezembro.

Os criadores solicitaram o encontro com representantes do governo federal por entender que a continuidade do embargo poderá causar danos irreversíveis na infra-estrutura do setor. Segundo Tramontini, o objetivo é receber do governo federal a garantia de que haverá maior empenho nas negociações com os russos, principais compradores da carne suína catarinense.

Tramontini ressaltou que as restrições feitas a SC favoreceram estados como o Rio Grande do Sul, que também vende para a Rússia. “Há quase três meses deixamos de exportar e nada foi feito. Esse embargo tem que acabar sob pena de termos centenas de produtores falidos em pouco tempo”, afirmou.

Até o aparecimento da doença Aujeszky no rebanho suíno, em 24 de dezembro de 2002, Santa Catarina mantinha boas relações com os compradores externos e era responsável por quase 70% das vendas de carne suína do país para outros países.

“Faremos um apelo para que a abertura das negociações ocorra o quanto antes. No mês que vem, a Rússia deverá limitar as cotas para os países exportadores e corremos o risco de sermos penalizados duramente”, advertiu.

Tramontini vai aproveitar o encontro para pedir também a prorrogação de um ano dos prazos de financiamentos feitos por produtores em instituições financeiras.

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