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Avicultores esperam relaxamento em inspeções da União Européia

Produtores querem que a partir de novembro a União Européia (UE) volte a inspecionar apenas 10% do frango importado do Brasil.

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Redação AI 22/10/2003 – 04h49 – Os avicultores esperam que a partir de novembro a União Européia (UE) volte a inspecionar apenas 10% do frango importado do Brasil, disse ontem o vice-presidente da área técnica da União Brasileira de Avicultura (UBA), Ariel Antônio Mendes. A inspeção seria feita no destino. Desde setembro do ano passado todas as cargas de frango destinadas à UE são inspecionadas no destino e na origem, o que dificulta as vendas brasileiras. Para o presidente da UBA, Zoé d”Avila, a decisão da União Européia não estava relacionada à precaução. “É guerra comercial”, completou.

pesar da lentidão nos desembarques, a determinação não traz prejuízos financeiros às empresas exportadoras de frango. Até setembro de 2002, todos os lotes destinados ao exterior eram inspecionados na origem e 10% no destino. Os europeus decidiram testar 100% do frango para detectar os níveis de nitrofurano de lotes importados de países como Brasil, Tailândia e Portugal. O nitrofurano é um antibacteriano muito potente, usado para crescimento das aves e que, acumulado no organismo, é cancerígeno.

Na União Européia, a substância está proibida há mais de 10 anos. No Brasil, o uso foi proibido pelo Ministério da Agricultura em maio de 2003. “Fizemos uma campanha junto aos avicultores, que poderiam estar usando o nitrofurano inadvertidamente. Os níveis de nitrofurano caíram significativamente desde o ano passado”, afirmou Mendes, lembrando que a expectativa de regras mais brandas foi sinalizada pelos europeus ao secretário-executivo do Ministério, José Amauri Dimarzio, que esteve recentemente em Bruxelas.

Além da exigência de teste para 100% dos lotes de frango brasileiro destinados ao mercado europeu, a decisão da Rússia de impor cotas para importação de carnes também preocupa o setor produtivo, informou d”Avila. Em abril de 2003, passou a vigorar um sistema de cotas para os países exportadores interessados em vender carnes para a Rússia.

No caso do frango, a cota brasileira foi fixada em 30 mil toneladas por ano. “Trinta mil toneladas representa 10% do que vendemos em 2002 para o mercado russo”, lembrou. De um total de 1,6 milhão de toneladas de frango exportadas em 2002, o mercado russo absorveu 300 mil toneladas.

O setor manifestou ao governo brasileiro a necessidade de negociar com a Rússia o fim das cotas. A expectativa do presidente da UBA é que o impasse seja solucionado em 2004, após visita do presidente russo Vladimir Putin ao País. O Brasil, avaliou, poderia importar helicópteros ou aviões da Rússia, equilibrando a balança comercial entre os dois países. D”Avila lembrou que os americanos têm 52% do mercado mundial de frango e ocupam o primeiro lugar no ranking de exportações.

O Brasil ocupa o segundo lugar, com 35% do mercado. O produto brasileiro é competitivo no mercado mundial. “O frango brasileiro é vendido para os europeus por preço 20% inferior aos custos de produção locais”, completou.

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