Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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EUA e Brasil criam a “Alca light”

Proposta prevê grande flexibilidade para os temas controversos, além de acordos bilaterais.

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Da Redação 20/11/2003 – 04h00 – A proposta de criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) prevê um nível de flexibilidade alto para a negociação de temas controversos, como os subsídios agrícolas e as patentes. O rascunho da “Declaração de Miami”, que será discutida hoje e amanhã com ministros dos 34 países do continente (com exceção de Cuba) está sendo chamado de “Alca light”, porque prevê um nível de baixo de compromissos e permite que cada país negocie de forma separada aspectos mais complicados.

Assim, cada país poderia aumentar seu compromisso de liberalização mediante acordos bilaterais ou multilaterais.

O ministro das Relações Exterior do Brasil, Celso Amorim, disse ontem que está satisfeito com a manutenção da proposta que Brasil e EUA elaboraram para a criação da Alca.

O brasileiro explicou que, se aprovada, a proposta irá permitir a Alca sem impor um “traje único” aos países. A proposta foi feita pelo chanceler brasileiro e pelo representante de Comércio Exterior dos EUA, Robert Zoellick.

A Alca “à la carte”, segundo Amorim, leva em conta a situação das economias menores do continente, que estariam em desvantagem na negociação de um acordo geral. “Somos países muito diversos. Há nações que têm 90% de seu comércio com os EUA e esse não é o caso do Brasil nem do Mercosul, que têm apenas 25% e que têm grande parte de seu comércio com Europa e outros países da América Latina”, disse o ministro brasileiro.

Chanceler descarta fragmentação do bloco

Amorim disse ainda que essa estratégia é “mais prática” e que cria uma Alca “com um espírito de flexibilidade e equilíbrio”. Amorim afirmou também que “no comércio, a monogamia não é uma virtude”, e descartou que essa fórmula resulte em uma fragmentação da Alca.

Ele avaliou que em um primeiro momento o governo brasileiro não deve abrir negociações em separado com os EUA, já que o objetivo do governo Lula é fortalecer primeiramente o Mercosul e, depois, fazer negociações com outros países. O chanceler mostrou satisfação com o resultado das rodadas de negociação.

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