Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Brasil volta a defender abertura comercial em fórum internacional

Negociadores também reivindicaram redução de subsídios a exportações.

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Da Redação 10/03/2004 – 05h00 – Os negociadores brasileiros voltaram a defender, durante a conferência Outlook 2004, encerrada no final da semana passada em Londres, na Inglaterra, a liberalização do comércio agrícola mundial e o acesso a mercados. Também reivindicaram a redução dos subsídios às exportações.

De acordo com o diretor do Departamento de Políticas e Acordos Comerciais Agrícolas do Ministério da Agricultura, Lino Colsera, a posição defendida pelo Brasil é exatamente igual à tomada pelo grupo de países em desenvolvimento, o chamado G20:

“Defendemos essas posições diante de europeus e norte-americanos porque elas têm implicações para o desenvolvimento dos países e para a atividade econômica. A liberalização do comércio agrícola mundial é vital para o desenvolvimento dos nossos países”.

Durante o encontro anual, foram discutidas questões de negociações agrícolas internacionais na Organização Mundial do Comércio (OMC) e a reforma da Política Agrícola Comum da União Européia (PAC).

“Nossas posições não são um capricho e tampouco têm a intenção de dificultar os entendimentos comerciais”, afirmou Colsera, argumentando que a briga pelo fim de medidas de apoio que distorcem o mercado mundial de produtos agrícolas é “plenamente justificável”.

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