Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Cota de importação preocupa suinocultor

Limite imposto ao País pela Rússia para este ano deve ser atingido até final de maio.

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Redação SI 03/04/2004 – 06h39 – A limitação das importações de carne suína imposta pelo governo russo está gerando preocupação entre os frigoríficos brasileiros. Mário Lanznaster, vice-presidente da Coopercentral Aurora, a maior empresa abatedora de suínos em Santa Catarina, acredita que até o final de maio os frigoríficos brasileiros devem completar a cota de 179.500 toneladas anuais estabelecida pela Rússia. Com a saturação do mercado internacional, uma nova crise da suinocultura, a exemplo do que ocorreu em 2003, com a total suspensão das exportações em razão do surgimento de focos do Mal de Aujeszky no Estado, já é cogitada pelos dirigentes industriais. “Vai sobrar carne no mercado. Desde já enfrentamos problemas com a estocagem dos produtos pela falta de câmaras frias”, disse Lanznaster.

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (Accs), Wolmir de Souza, discorda da posição de Lanznaster. Segundo ele, o mercado de suínos está equilibrado e não é uma nova crise nas exportações que preocupa, mas a atual baixa remuneração repassada pelos frigoríficos aos suinocultores. O preço médio do suíno, de acordo com Souza, está em R$ 1,80, enquanto que o custo de produção estaria beirando a casa dos R$ 2,00.

Temendo efeitos futuros de crises pré-anunciadas, os frigoríficos catarinenses reduziram sensivelmente o processamento de carnes no ano passado. O abate de aves caiu 3,8%, ficando na casa das 666,2 milhões de cabeças. Mas o impacto maior foi nos suínos, que tiveram queda de 8,63% e estacionaram em 7.886,8 milhões de unidades. Do total abatido, apenas 264,6 mil toneladas foram encaminhadas para a exportação.

Já a Aurora não reduziu os abates em 2003 e pretende manter a posição neste ano, com a industrialização de 9.500 suínos por dia, ou 120 mil unidades por mês. Pelo menos 25% do total abatido deve ser endereçado ao mercado externo, sendo que 60% está destinado para a Rússia. Lanznaster disse que a Aurora pretende buscar novos mercados internacionais e fortalecer outros, como Argentina e Hong Kong.

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