Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Preço agrícola desacelera, mas segue em alta

Os produtos de origem animal, que subiram 4,59% na quadrissemana, foram os principais responsáveis pela alta dos preços ao produtor.

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Da Redação 15/06/2004 – 06h30 – O índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado – subiu 1,59% na segunda quadrissemana de junho, 0,33 ponto percentual a menos que no intervalo anterior.

Nelson Batista Martin, diretor do IEA, diz que o fraco desempenho dos grãos e frutas fez as cotações desacelerarem. Os itens que tiveram maior queda no período foram tomate (17,31%), soja (16,53%) e laranja (5,74%).

Martin destacou ainda o milho, que recuou 1,08% em função de uma sobreoferta no mercado. “Os produtores estão segurando a soja à espera de uma recuperação de preços e estão negociando mais milho para gerar receita”, afirma. Segundo ele, a cotação do grão ainda pode voltar a subir no mês, por conta do risco de geadas no Paraná e São Paulo.

Os produtos de origem animal, que subiram 4,59% na quadrissemana, foram os principais responsáveis pela alta dos preços ao produtor. Os itens mais valorizados foram os ovos (14,33%) e os suínos (10,12%). O diretor do IEA observa que a demanda por produtos de origem animal cresceu com a chegada do frio antes do tempo e a oferta enxuta.

Para o mês, Martin ainda estima alta entre 1,5% e 2%, causada por especulações sobre as quebras de safra em São Paulo e Paraná, por conta das geadas e do frio. “Até meados de julho, haverá muita especulação de preços, principalmente no segmento de hortaliças”, diz Martin.

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