Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Exportações do agronegócio brasileiro batem novo recorde em junho

Setor foi responsável por 47,2% das vendas externas globais do Brasil.

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Da Redação 07/07/2004 – 06h01 – As exportações do agronegócio brasileiro bateram novos recordes. Ancoradas pelo bom desempenho do complexo soja, carnes, café, açúcar, álcool, madeiras e cereais, as vendas externas do setor alcançaram US$ 4,4 bilhões em junho, um aumento de 68,6% em relação a igual período de 2003.

Recorde histórico para os meses de junho, o superávit alcançou US$ 3,96 bilhões 78% acima de 2003. Pela primeira vez desde 1989, quando se iniciou a série histórica, exportações e saldo superaram estas cifras em um único mês. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, dia 6, pela Secretaria de Produção e Comercialização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O agronegócio foi responsável por 47,2% das exportações globais do Brasil em junho. No primeiro semestre do ano, as exportações do setor somaram US$ 18,5 bilhões, um resultado 36% acima do registrado nos seis primeiros meses de 2003. O saldo comercial ficou positivo em US$ 16,1 bilhões um acréscimo de 42,6% sobre os US$ 11,3 bilhões do mesmo período do ano passado. Ambos resultados foram recordes históricos para o agronegócio.

Neste seis primeiros meses do ano, destacaram-se as exportações do complexo soja (+45,5%), carnes (+61%), madeira e suas obras (+48,5%), leite (+58%), café (25,5%), açúcar e álcool (+53,5%) e cereais, farinhas e preparações (+314%). No acumulado dos últimos 12 meses, entre julho de 2003 e junho de 2004, as exportações somaram US$ 35,515 bilhões (+23,7%) e o superávit, US$ 30,651 bilhões (+27%). Pela primeira vez, vendas externas e saldo comercial do agronegócio ultrapassaram essas cifras em 12 meses.

As exportações de carnes continuaram a crescer significativamente, chegando a US$ 518 milhões em junho e a US$ 2,5 bilhões (+61%) no ano todo.

“Houve um forte aumento no volume embarcado em função da elevação de 30% a 35% nos preços dos mais importantes produtos da cadeia”, diz Linneu Costa Lima, secretário de Produção e Comercialização do ministério.

Segundo Linneu, é importante destacar o aumento das exportações de carne bovina in natura (+36%) e de frango in natura (+22%). O desempenho reflete as mudanças causadas pelos focos do mal da “vaca louca” no Canadá e nos Estados Unidos, em 2003, e da “gripe do frango”, na Ásia, EUA e Canadá.

O complexo soja foi o maior destaque da pauta de exportações em junho. As vendas alcançaram US$ 1,85 bilhão, um resultado 108% superior aos US$ 887,3 milhões de junho de 2003. Só de soja em grãos, foram vendidos US$ 1,05 bilhão (+98%). As vendas de farelo somaram US$ 555,8 milhões (+ 110,5%). Em óleo, foram embarcadas US$ 218,5 milhões (+211,5%).

Em junho houve crescimento das exportações para todos os continentes e blocos econômicos. Vendemos mais para União Européia (+56,5%); Ásia (+79%); Nafta, sem México, (+53,6%); Oriente Médio (+209%); Europa Oriental (+18,2%); África (+110%); e Mercosul (+30,5%). Em termos de países de destino, registre-se o crescimento das exportações para a China, que comprou US$ 620,2 milhões (+154%); Estados Unidos, com US$ 574 milhões (+55%); Países Baixos, com US$ 410,1 milhões (44%); Alemanha, com US$ 247,9 milhões (71%); e Irã, com US$ 205,5 milhões (393%).

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