Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Carnes pressionaram aumento de preços

As carnes bovinas e suínas foram os produtos que mais pressionaram a aceleração dos preços no setor de alimentos entre os dias 18 de novembro e 17 de dezembro de 2004.

Compartilhar essa notícia

Da Redação 10/01/2005 – De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) divulgado na última semana de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas, o preço das carnes bovinas subiu de 3,26% (entre 18 de outubro e 17 de dezembro) para 3,58%, e a carne suína apresentou variação de 3,12% contra 2,82% durante o mesmo período.

Apesar da aceleração verificada nos preços dos alimentos (de 0,12% para 027%), alguns produtos importantes na despesa familiar ficaram mais baratos, entre eles as frutas (3,24% para 2,11%), aves e ovos (2,01% para 1,88%) e pescados frescos (2,65% para 2,26%).

O IPC-S de 17 dezembro, divulgado hoje, se manteve estável desde a última apuração, ocorrida entre os dias 14 de novembro e 13 de dezembro. Mesmo com a manutenção da taxa, as mudanças ocorridas nos setores de transportes e habitação acabaram exercendo maior influência sobre o índice. Os dois grupos são responsáveis por 59% da variação total do índice.

No caso dos transportes, a variação nos preços refletiu o último reajuste dos combustíveis, ocorrido há menos de um mês. A variação de preços foi de 0,16 ponto percentual, o que fez com que a inflação no setor subisse de 1,96% para 2,12%. Já o grupo habitação sofreu uma contribuição menor do último reajuste da tarifa telefônica fixa, em vigor há mais de 30 dias, apesar de o reajuste ter sido o item que mais contribuiu para a formação da taxa do grupo. De acordo com a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas o aumento na tarifa de telefone residencial teve impacto de 0,05 ponto percentual na variação dos preços dos produtos, o que equivale a 49% da influência total registrada no setor de habitação.

O grupo vestuário teve variação de 0,08 ponto percentual. Apesar de classificado pelos especialistas como um índice considerável, a contribuição do grupo para a formação do IPC-S é decrescente. Dos cinco subgrupos pesquisados, três apresentaram queda nos preços, com destaque especial para roupas (1,82% para 1,76%) e calçados (1,06% para 1,03%)).

O setor de saúde e cuidados pessoais ficou estável. A taxa passou de 024% para 0,25%. Já os preços do grupo educação, leitura e recreação apresentaram aceleração de 0,07 ponto percentual, o que provocou elevação na taxa para 0,40% em função do período de férias e renovação de matrícula.

Assuntos Relacionados
carnespreços
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329