Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Exportações já perdem fôlego

Vendas externas do agronegócio brasileiro, que somaram o recorde de US$ 12,24 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, começaram a perder dinamismo, segundo estudos da CNA divulgados ontem (dia 19).

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Da Redação 20/05/2005 – As exportações brasileiras do agronegócio, que somaram o recorde de US$ 12,24 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, começaram a perder dinamismo, segundo estudos da CNA divulgados ontem (dia 19). O ritmo de crescimento das vendas externas do setor caiu pela metade entre janeiro e abril deste ano na comparação com 2004 – de 35,6% para 14,6%. O saldo comercial cresceu 16,5%, de US$ 8,09 bilhões para US$ 10,61 bilhões. Mas, de novo, a taxa ficou abaixo dos 45% registrados no mesmo período do ano passado.

Além de ceder terreno ao setor industrial, o desempenho do agronegócio pode comprometer o resultado da balança comercial global do país. A fatia do agronegócio na balança comercial brasileira caiu de 41% para 36,4%. “É um reflexo direto da superoferta mundial e da queda nos preços da soja no mercado internacional”, afirma Antonio Donizeti Beraldo, chefe do Departamento de Comércio Exterior da CNA.

Embora tenham registrado um crescimento de 20% no volume embarcado, as vendas em dólar do complexo soja, carro-chefe do setor, despencaram 5% no período. A queda das cotações internacionais é, segundo Beraldo, a grande culpada. Os preços médios do complexo soja recuaram 21% no período. No algodão, a queda foi de 12,7%. No suco de laranja, de 8,4%.

Por outro lado, o complexo carnes cresceu 33% em dólar e 28% em volume. “Além disso, o setor teve um aumento de 4% nos preços médios”, afirmou Beraldo. Os embarques de suínos foram o principal destaque. Café (+ 67%), açúcar e álcool (+ 64,5%), fumo (+ 19%), madeira (+ 18%) e algodão (+ 14%) também ajudaram no recorde da balança comercial do setor. No lado das importações, aumentaram as compras no exterior de produtos lácteos (72%), cacau (51%), frutas (46%) e produtos hortícolas (44%).

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