Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Trabalho no campo

CNA diz que crise na agropecuária reduz geração de empregos.

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Da Redação 29/07/2005 – A Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) divulgou nota em que afirma que a crise do agronegócio está prejudicando a capacidade do país de gerar empregos não apenas dentro dos limites da atividade primária da agropecuária, mas também em outros setores.

Conforme a CNA, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que entre janeiro e junho deste ano o Brasil apresentou um saldo de 966.303 empregos formais, 7,1% a menos que o saldo de igual período do ano passado, que foi de 1.034.656 empregos formais. 

De acordo com o assessor técnico do Departamento Econômico da CNA, Luciano Marcos de Carvalho, a redução na geração de empregos pode ser atribuída principalmente à queda de capacidade da agropecuária de criar novos postos de trabalho, assim como ocorreu em segmentos da indústria de transformação vinculados ao setor rural. 

Sozinha a atividade agropecuária apresentou saldo de 187.494 empregos no primeiro semestre, o pior resultado registrado nos últimos quatro anos. O saldo deste ano é 15,4% menor que o de 216.430 empregos no primeiro semestre de 2004, ou seja, representa menos 29 mil empregos. Também a indústria de transformação perdeu fôlego na capacidade de gerar postos de trabalho, encerrando os seis primeiros meses deste ano com saldo de 194.039 empregos 68,2% a menos que o saldo de 326.360 empregos ao final do primeiro semestre do ano passado.

Dois segmentos da indústria de transformação diretamente ligados à agropecuária terminaram os primeiros seis meses de 2005 oferecendo menos oportunidades de trabalho que no início do ano. A indústria de calçados teve saldo negativo, com menos 806 postos de trabalho. A indústria de madeira e mobiliário cortou 3.248 empregos. Também perderam força na geração de vagas os segmentos da indústria de papel e papelão; de borracha, fumo e couros, têxtil e vestuário e de produção de alimentos e bebidas.

Os dados referentes aos empregos do agronegócio demonstram a profundidade da crise do setor. Se somarmos isso à queda da renda do produtor, a preços de venda das commodities abaixo do custo de produção, o resultado será uma próxima safra com baixíssima tecnologia e altos riscos, inclusive podendo levar à necessidade de importação de alimentos diz Carvalho.

Para reverter essa perspectiva negativa a CNA sugere que as medidas de apoio à agropecuária prometidas pelo governo ao setor rural sejam implementadas com urgência.

As informações são da CNA.

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