Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Dólar pressiona

Câmbio mantém preços agrícolas em baixa no país.

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Da Redação 20/09/2005 – A valorização do real em relação ao dólar americano e a queda das cotações de algumas commodities no exterior voltaram a golpear os preços agrícolas no país na semana passada. Com isso, de acordo com especialistas, a tendência de queda observada nos últimos meses – determinante para as variações negativas de alguns dos principais indicadores que medem a inflação no mercado interno – dificilmente será revertida em setembro.

Em São Paulo, locomotiva do consumo doméstico, o índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado – encerrou a segunda quadrissemana do mês com variação negativa de 3,59%. Foi a maior queda quadrissemanal desde maio de 2003, e em relação ao intervalo imediatamente anterior houve perda de 1,82 ponto percentual.

“No campo, o câmbio é o ””preço dos preços””, e o real apreciado em relação ao dólar continua tirando sustentação das cotações agrícolas. No mês, a variação negativa acumulada deverá ficar em torno de 2%”, afirmou Nelson Batista Martin, pesquisador do IEA. Na semana passada, a expectativa de Martin era de uma queda acumulada “bem menor” que a de agosto, que alcançou 2,24%.

Na segunda quadrissemana, houve fortes retrações médias tanto no grupo de produtos de origem vegetal (3,66%) quanto do grupo de produtos de origem animal (3,46%). Dos 19 produtos pesquisados pelo IEA, 14 caíram, e muitos daqueles que não têm ligação direta com câmbio ou cotações internacionais também perderam sustentação por motivos específicos de cada mercado. O maior tombo foi o dos ovos (22,06%), motivado pelo momentâneo aumento da oferta, seguido por feijão (20%), batata (16,67%) e cebola (14,89%), três culturas com clima favorável à produção. Dos produtos transacionados pelo país no exterior, caíram algodão (11,11%), café (9,09%), laranja (3,23%), soja (9,69%), trigo (13,59%) e boi gordo (4,81%).

No atacado paulista, o período entre os dias 8 e 15 de setembro também foi de queda de preços. Segundo pesquisa da MSConsult com base em uma cesta de 14 produtos, o recuo foi de 0,8%, sinalizando uma retração também de 2% para o acumulado do mês.


 

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