Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Mais um round na briga do frango salgado com a UE

O Brasil voltará a acionar hoje a Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a União Européia.

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Redação AI (22/11/05) – O Brasil voltará a acionar hoje a Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a União Européia (UE) na briga do frango salgado, desta feita para que o bloco acelere a redução da tarifa de 75% para 15,4% sobre os cortes brasileiros que se enquadram na categoria. Na sexta-feira, a UE propôs prazo de 15 meses para implementar a decisão da OMC que considerou ilegal a reclassificação tarifária para os produtos do Brasil.

Brasília rechaçou a proposta e defende a implementação imediata da decisão. Por isso decidiu pedir uma “arbitragem” – ou seja, que um juiz da OMC defina o prazo para Bruxelas reduzir a tarifa. O Brasil mostrou-se particularmente insatisfeito porque os europeus, além de pedirem mais de um ano de prazo, não deram qualquer garantia de que baixarão a tarifa depois desse período.

“Os prejuízos para a indústria brasileira são significativos e não permitem que o governo espere indefinidamente por uma solução na UE, sequer sem garantias de mudanças”, afirmou o chefe da divisão de contenciosos do Itamaraty, ministro Roberto Azevedo. Recentemente, o Órgão de Apelação da OMC confirmou decisão anterior de um painel (comitê de três especialistas) determinando a revisão da classificação tarifária sobre os cortes brasileiros.

A OMC reiterou que a UE errou ao mudar a classificação. O que era considerado frango salgado até julho de 2002, com alíquota de 15,4%, passou à classificação de frango congelado com alíquota especifica de ? 1.024 por tonelada, o que resultou em uma tarifa real ad valorem de 75%. Teoricamente, o árbitro deveria anunciar até o fim de dezembro o novo prazo para a redução tarifária pedido pelo Brasil. Mas a própria escolha do juiz pode demorar. Além disso, Brasília e Bruxelas têm dez dias para voltar a conversar se quiserem evitar o processo na OMC.

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) calcula em US$ 300 milhões por ano o prejuízo da reclassificação européia para o Brasil. Segundo Azevedo, uma vitória brasileira pode abrir caminho para o agronegócio nacional em futuras brigas na OMC.

 

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