Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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IEA

Preços agrícolas caem 0,47% na 2a. quadrissemana de dezembro.

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Da Redação 20/12/2005 – Os preços agrícolas caíram 0,47% na segunda quadrissemana de dezembro, revertendo tendência de alta registrada desde o início de novembro. De acordo com o pesquisador Nelson Batista Martin, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), o índice de preços recebidos pelos agricultores (IPR) recuou devido à queda das cotações dos produtos de origem animal, principalmente boi e frango.

Dos 19 produtos analisados pelo IEA, nove tiveram alta de preço, como algodão, arroz, batata, feijão, laranja, soja, trigo, ovos e suíno. Oito produtos tiveram redução, como banana, café, cebola, milho, tomate, aves leite e boi. O destaque de alta foi o preço de batata (+66,67%), enquanto a queda mais expressiva ocorreu na cebola (-21,67%).

Segundo Martin, o preço do boi voltou a cair após a confirmação, pelo Ministério da Agricultura, de febre aftosa no Paraná, o que fez aumentar os embargos contra o produto brasileiro. Segundo ele, além disso, o consumo estagnou devido ao aumento de preços de cerca de 20% desde outubro, aumento que não se refletiu no atacado. “Essa conjuntura levou ao preço recebido pelos pecuaristas às mesmas cotações de setembro, as menores do ano e dos últimos quatro anos para o mês de dezembro”, diz o analista.

Entre os produtos de origem vegetal, a alta nos preços dos subgrupos frutas e olerícolas deu sustentação ao aumento de 3,70% no preço do grupo. E no segmento animal, a forte queda no preços das aves, leite e boi resultou em recuo de 7,97% no preço do grupo.


 

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