Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx

Sanidade, a nova barreira comercial do mercado mundial

A questão não atinge apenas a carne bovina, mas também carne suína e de frango, e até na soja e milho.

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Redação (24/03/06)- Desde que o país voltou a enfrentar problemas com a febre aftosa, o Brasil vem enfrentando uma maratona de intensas negociações com os mais de 40 países que deixaram de comprar nossa carne, após o anúncio da doença no Mato Grosso do Sul e Paraná. Os prejuízos financeiros podem ser contados em milhões de dólares, considerando que a questão não atinge apenas a carne bovina, mas também respinga nas outras carnes (aves e suínos) e até na soja e milho. Mas não resta dúvida que o principal prejuízo dessa questão é na imagem do nosso País, arranhada por mais um problema sanitário.

E esse momento de incertezas é ideal para alertar todos os elos da cadeia produtiva para a importância da sanidade animal, não apenas em relação à febre aftosa, mas de todo o processo sanitário do país que precisa de um trabalho constante de fiscalização, controle de transporte, medição, sorologia, barreiras móveis e fixas, além de recursos, legislação e conscientização. O mundo está de olho no Brasil e não admite mais deslizes da nossa parte. E, acreditem, nossos concorrentes estão à espreita, esperando nossas falhas para fazer campanha contra nós, atrair nossos clientes e desestabilizar nossa produção.

Estamos diante de um cenário comercial diferente. As regras são outras e muito mais duras. O protecionismo e as barreiras sanitárias são agentes cada vez mais usados. Resta a nós, fornecedor de carnes para o mercado mundial, entender as novas normas e atuar segundo elas. É nossa responsabilidade cuidar da sanidade, do manejo dos plantéis.

Cada produtor, individualmente, seja de aves, suínos ou bovinos, precisa fazer a sua parte.O governo também tem de intensificar suas ações, estruturando um sistema de defesa sanitária eficiente, cumprindo seu papel fiscalizador, monitorando as enfermidades e os pontos de risco, garantindo a agilidade na comunicação e a solução de problemas que por ventura venham a acometer nossos rebanhos.

A indústria veterinária é um agente importante desse processo, fabricando medicamentos de qualidade e assistindo os produtores, dando-lhes retaguarda, prestando serviços. Também investimos constantemente em tecnologia para que o produtor tenha a certeza de ter em mãos itens confiáveis, seguros e eficientes.

Parece lógico que somente a ação coordenada entre governo, produtores e fornecedores de insumos proporcionará os resultados desejados. Com a necessária prioridade à questão sanitária, o Brasil poderá conquistar definitivamente a confiança dos parceiros comerciais, vencer obstáculos internos e impulsionar ainda mais sua condição de fornecedor de produtos de origem animal de qualidade.

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