Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suinocultura do RS deve ter crescimento de 6,5% em 2006

Fim do embrargo russo trouxe novas expectativas para o setor.

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Redação SI (24/04/06)- O fim do embargo russo à carne suína do Rio Grande do Sul trouxe novo alento ao setor, gerando a expectativa de melhoria do retorno econômico da atividade. Como os preços do milho e da soja continuam muito baixos, um incremento nos preços da carne poderia elevar substancialmente a remuneração dos produtores. Essa expectativa já gerou uma reversão na tendência dos preços. O que está preocupando os produtores foi a notícia de um novo foco de febre aftosa no Mato Grosso do Sul.

A convicção, no entanto, é de que, como os russos conhecem melhor a situação brasileira e sabem que mesmo que com esse foco, isso não afetaria a sanidade da carne do RS e, portanto, não deve interferir nos embarques para aquele país. Além disso, pelo que se sabe, o suprimento de carnes na Rússia está abaixo das necessidades do país e eles estão encontrando dificuldade para encontrar fornecedores que disponham de produto suficiente para substituir o Brasil.

Outro problema, mas este a médio prazo, são as previsões de crescimento do rebanho para 2006. A Embrapa junto com a Abipecs e ABCS, estão estimando um crescimento de 2,1% no alojamento de matrizes produtivas, o que pode, segundo eles, repercutir em um crescimento de 6,5% na produção de carne suína. As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS.

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