Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Redução de ICMS não contempla pleito dos setores de aves e suínos

As medidas garantem somente isonomia nas operações interestaduais de carne in natura, que representa apenas 10% das exportações de carnes do RS.

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Redação (11/05/06) –  – Em resposta à audiência conjunta das Comissões Permanentes de Legislação Participativa, Agricultura e Economia, realizada na última semana na Assembléia Legislativa, a Secretaria Estadual da Fazenda anunciou nesta quarta-feira (10), medidas que não contemplaram os itens mais importantes para
os setores de suínos e aves. 

As cadeias de Aves e Suínos, especialmente, exigem do governo estadual equação parecida a de estados como Paraná, Santa Catarina e São Paulo quanto à tributação de ICMS nas relações interestaduais e internas. Estes governos zeraram a tributação e aumentaram em 7% o crédito presumido (incentivo à produção). A perda de competitividade para a agroindústria gaúcha é observada justamente em comparação com os outros mercados. No RS, os setores de aves e suínos pagam 7% de ICMS para a comercialização interestadual, mas não ganham
incentivo do governo com relação ao crédito presumido. 

“Se os incentivos ficarem restritos à carne in natura, vamos deixar de
estimular a industrialização da nossa produção e, por conseqüência, aumentar ainda mais o desemprego em toda a cadeia”, alerta o coordenador da Divisão Tributária do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos do RS (Sips), Silvio Borba. Segundo o presidente do Sips, Rogério Kerber, “as operações interestaduais com carne in natura representam apenas 10% das saídas. Nosso pleito, que é imprescindível para a geração de empregos e manutenção da produção, não foi atendido com as medidas anunciadas hoje. O governo precisa,
urgentemente, contemplar a carne industrializada gaúcha”, disse Kerber. 

Já o secretário executivo da Associação Gaúcha de Avicultura, Eduardo
Santos, lembra que “50% da carne de frango consumida no Rio Grande do Sul vem de outros estados. No primeiro trimestre desse ano, as exportações de frango gaúcho tiveram queda de 7,89%”. 

O deputado Jerônimo Goergen (PP), que esteve reunido com as entidades, formalizou pedido de audiência com o governador Germano Rigotto. “A posição da Fazenda não vai solucionar o problema, embora tenha tido avanço. A decisão, agora, vai sair de reunião com o próprio governador”, afirma o parlamentar. Com informações da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

 

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