Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Rússia explica por que mantém embargo em SC

Foco de aftosa no Paraná é uma das justificativas.

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Rússia explica por que mantém embargo em SC

Alcantaro Corrêa – Presidente da Fiesc, entregou ao primeiro-ministro russo documentação sobre a situação sanitária catarinense

Redação SI (19/05/06)- O governo russo, através do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia, comunicou ontem a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) que a manutenção do embargo das carnes produzidas no estado deve-se à falta de providências para que o surto de febre aftosa ocorrido no Paraná, estado vizinho a Santa Catarina, fosse diagnosticado. A suspeita da doença surgiu em outubro de 2005, mas o comunicado à Rússia só foi feito em dezembro. O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, entregou no dia 6 de abril ao primeiro-ministro russo Mikail Fradkov documentação sobre a situação sanitária catarinense. A Fiesc lembra que aadvertiu o Ministério da Agricultura (Mapa) no final do ano passado sobre a demora no comunicado oficial à Rússia. A carta menciona também que apesar de o governo brasileiro ter informado que o foco no Paraná seria eliminado até o dia 25 de março, não houve ainda comunicação oficial sobre isso.

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