Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Fim do embargo à carne deve sair só depois de julho

O ministério da Agricultura da Rússia informou que irá enviar técnicos para avaliar a situação sanitária do País e a possibilidade de suspender os embargos.

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Redação SI (22/05/06)- O embargo russo à carne bovina e suína de sete estados brasileiros dificilmente será suspenso antes de julho. Em comunicado enviado à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), o ministério da Agricultura da Rússia informou que irá enviar técnicos para avaliar a situação sanitária do País e a possibilidade de suspender os embargos depois de ser informado da erradicação dos focos de febre aftosa. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o processo de “encerramento” dos focos do Mato Grosso do Sul e Paraná vai demandar ainda um mês e meio.

“Nesse período, vamos finalizar a colocação de animais sentinelas, a sorologia e o repovoamento nas regiões dos focos. Como as ações ainda não foram concluídas, ainda não podemos declarar aos parceiros comerciais e estados vizinhos que os focos estão saneados”, afirma o coordenador geral de combate a doenças do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques. Ele diz desconhecer a data de 25 de março que teria sido informada pelo governo brasileiro à Rússia como limite para a eliminação do foco no Paraná, conforme a carta do ministério russo.

“Para os russos, a demora na confirmação da aftosa no Paraná e as brigas políticas nesse processo demonstraram um aparente descontrole do serviço sanitário brasileiro, o que faz com que o embargo seja mantido”, conta o secretário da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, Felipe Luz. No Paraná, foram notificadas suspeitas de aftosa em 21 de outubro, mas a primeira confirmação só foi feita em 6 de dezembro e as demais, em 20 de fevereiro. O abate dos animais envolveu uma guerra de liminares é só ocorreu no mês de março.

Argentina
Enquanto a negociação da flexibilização do embargo russo ao Brasil é lenta, na Argentina, a Rússia retomou as importações de carne e produtos animais da província de Corrientes desde sábado. A suspensão do embargo exclui os oito departamentos interditados pelo governo argentino em fevereiro, quando foram notificados dois casos de aftosa em Corrientes. O primeiro caso foi anunciado em 8 de fevereiro e os animais afetados e os que tiveram contato com eles foram sacrificados quatro dias depois. O outro foco foi confirmado em 24 de fevereiro e o abate determinado em seguida.

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