Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx

Secretário da Agricultura busca acordos para aves e suínos

Felipe Luz ainda está na Rússia.

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Redação (24/05/06)- O Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, Felipe Luz, está em Moscou, na Rússia, para uma audiência com o vice-ministro da agricultura, Sergey Mitin. O objetivo é propor um acordo de cooperação técnica entre Brasil e Rússia, que possibilite que os russos produzam parte da carne suína que consomem, através de ações conjuntas para o intercâmbio de tecnologia. A reunião acontece nesta quarta-feira (24). A Federação russa tem necessidade premente de aumentar a produção e a qualidade de alimentos derivados de carnes suínas e de aves; e as tecnologias aplicadas em Santa Catarina podem servir de referência para estimular e aumentar a produção naquele país, explica o Secretário. A partir de sua assinatura, o acordo será válido por dois anos.

O Acordo de Cooperação Técnica vale para o intercâmbio de tecnologias na área de suinocultura e avicultura – em especial nos campos de sanidade animal, genética, alimentação animal, tecnologia de agroindústria. Estão previstas ainda viagens de estudos, missões e visitas técnicas para viabilizar a transferência de tecnologia e a execução das ações, assessoramento conjunto na organização de sistemas de produção, integração e organização das cadeias produtivas de suínos e aves; intercâmbio mútuo de dados e informações estatísticas.

Queremos estimular o crescimento das transações comerciais e fluxos de investimentos entre Santa Catarina e a Federação Russa através de projetos conjuntos. O acordo não prejudica as futuras exportações do Estado para aquele país, pois são muitas as limitações além do clima, a Rússia não produz milho para as rações, por exemplo, explica. De acordo com o Secretário, é muito lógico que a Rússia queira, por razões estratégicas, diminuir a dependência na área de carnes. É lógico também que não queiram permanecer importando mais de um milhão de toneladas de nossa carne. Por outro lado, Santa Catarina não pode deixar de exportar, o que significa prejuízos não só para as agroindústrias, mas para toda a cadeia produtiva. Com esta cooperação técnica esperamos vencer os obstáculos do bloqueio, disse.

A cooperação técnica não implica em ônus ou repasse de recursos financeiros por parte do Estado de Santa Catarina. Os custos das ações a serem desenvolvidas por técnicos brasileiros na Rússia serão custeados por empresas do setor privado brasileiro, interessadas nos resultados do Acordo.

Os custos das ações a serem desenvolvidas por técnicos russos no Brasil serão custeados pelo Ministério da Agricultura da Federação Russa ou empresas do setor privado russo.

Essa é mais uma tentativa de liberar as nossas exportações para a Rússia. O acordo sanitário BrasilRússia diz que, quando da ocorrência de um foco de febre aftosa em um Estado, os Estados vizinhos ficam desabilitados por um ano. Esta é a razão pela qual não estamos exportando para a Rússia. Em algumas ocasiões as autoridades russas não têm seguido o acordo à risca, mas neste momento estão bastante rigorosas, completou.

O Secretário vai acompanhado do engenheiro agrônomo Airton Spies, chefe do Centro de Estudos de Safras e Mercados da Secretaria, que vai assessorá-lo na parte técnica.

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