Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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CNI defende acordo de livre comércio com Japão

Tal acordo teria como barreira as medidas sanitárias aplicadas às exportações brasileiras, como carne bovina, suína e de frango.

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O representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) José Augusto Fernandes defendeu a formalização de acordos de parceria econômica (EPA, na sigla em inglês) como instrumento de diversificação das exportações brasileiras para o Japão. “O EPA é importante para o Brasil porque o Japão é um país que tem demanda para os produtos brasileiros”, disse Fernandes.

Segundo ele, uma pesquisa da CNI revelou que a maioria das empresas considera positiva a perspectiva de uma acordo de livre comércio com o Japão. Fernandes participa do seminário para discutir as relações econômicas entre Brasil e Japão, promovido pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e pela Embaixada do Japão.

O representante da CNI ressalvou, no entanto, a experiência do EPA firmado entre o Japão e o México, em que as empresas perderam competitividade por causa da carga tarifária. “Isso prejudicaria, na visão dos japoneses, o desenvolvimento dos dois setores em que o comércio entre empresas brasileiras e japonesas já é relevante: o automobilístico e o eletroeletrônico”, destacou.

Medidas sanitárias
Na opinião de Fernandes, a questão tarifária não é o principal problema para os produtos manufaturados, mas pode ser importante para os produtos de uso intensivo de mão-de-obra e agrícolas. “Um acordo de livre comércio teria também que atacar as medidas sanitárias aplicadas às exportações brasileiras, como carne bovina, suína e de frango, e frutas frescas”, acrescentou.

Fernandes ressaltou ainda que foi baixo o nível de investimentos do Japão no Brasil no período de 2001 a 2004, representando apenas 4% do total dos investimentos estrangeiros, contra 48% da União Européia.

No curto prazo, ele defendeu a implementação de programas de promoção de comércio e a melhoria do clima de investimentos no Brasil.

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