Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Chile volta a comprar carne de SC e RS

O país suspendeu as compras de carne brasileira no ano passado por causa dos casos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e Paraná.

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Redação SI (20/06/06)- O ministério da Agricultura do Chile autorizou nesta terça-feira (20-06) os embarques de carne de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O país levantou o embargo aos dois estados brasileiros depois que representantes chilenos do Ministério da Agricultura e Pecuária vistoriaram as instalações, confirmando que os estados não registraram focos de febre aftosa.

O Chile suspendeu as compras de carne brasileira no ano passado por causa dos casos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e Paraná, argumentando que o Brasil não teria condições de garantir o avanço da doença para outras áreas.

Em visita ao Brasil, no final de maio, o ministro das Relações Exteriores do Chile, Alejandro Foxley, havia afirmado que o país encerraria o embargo ao produto brasileiro, com exceção dos dois estados em que o foco estava confirmado. As observações de Foxley foram feitas depois que o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, comparou a estrita posição chilena à leniência da União Européia (UE).

Antes do embargo, o Chile correspondia a 8% das vendas brasileiras de carne em receita e 9% em volume, de acordo com os dados do governo. A carne bovina era o segundo item mais importante na pauta de exportações para o Chile em 2004, somando 1,5 milhão de toneladas, contra 1,2 milhão de t em 2003. Em 2005, as vendas começaram a recuar por conta dos problemas sanitários, ficando em 57.994 toneladas, mas ainda o quinto item nas exportações brasileiras para o país, segundo o ministério do Comércio Exterior.

O Chile também enfrentou volatilidade dos preços no mercado local depois que a Argentina interrompeu as exportações de carne bovina no início deste ano.

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