Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportações de carne no primeiro semestre batem recorde

Negócios totalizaram US$ 1,716 bilhão.

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Redação (11/07/06)- Mesmo com o embargo internacional, as exportações brasileiras de carne bovina atingiram recorde histórico nos primeiros seis meses de 2006. De acordo com o balanço divulgado hoje pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), foram exportadas, no período, 1,157 milhão de toneladas do produto, totalizando US$ 1,716 bilhão. Nos primeiros seis meses de 2005, as vendas externas somaram 1,151 milhão de toneladas, no valor de US$ 1,477 bilhão.

Em junho de 2006, o país exportou 221,943 mil toneladas frente a 228,336 mil no mesmo mês do ano passado. A receita foi de US$ 351,6 milhões ante US$ 305,8 milhões em junho do ano passado. Segundo a Abiec, atualmente, 56 países importadores de carne do Brasil declararam embargo ao produto por questões sanitárias, dos quais 25 da União Européia.

As exportações do primeiro semestre deste ano em relação ao ano passado cresceram em volume só 0,5%, mas 16% em valor. Quer dizer, já estamos conseguindo melhorar preço  disse o presidente da entidade, Marcus Vinicius Pratini de Moraes.

Ele destacou que o Brasil vem superando outros países em volume de carne exportada. Mas afirmou que o principal problema é a queda nos preços do produto, causada pelo aumento da oferta em razão dos embargos sanitários.

Hoje exportamos mais carne que a Austrália e a Argentina juntas, mas nossa carne ainda enfrenta barreiras em certos mercados por questões sanitárias, porque o novo nome do protecionismo é sanidade animal e vegetal. Não haveria nenhuma razão para impor essa barreira, mas eles impõem para proteger seus interesses comerciais.

Pratini disse, ainda, que o câmbio é um algoz para o agronegócio porque reduz a renda dos produtores. A expectativa da Abiec é que o Brasil deverá bater novos recordes de exportações em valores e volume este ano.

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