Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil está sem um plano alternativo

Segundo gerente da Icone, o governo não esperava um fracasso nas negociações da Rodada de Doha.

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Redação (27/07/07)- O Brasil não tem um plano alternativo para o fracasso das negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC). Essa é a opinião do gerente geral do Instituto de Estudos do Comércio Exterior (Icone), André Nassar. “O governo não esperava um fracasso nas negociações da Rodada de Doha”, acrescentou o executivo, que defende uma estratégia do país para acordos bilaterais. “O País não devia ter abandonado outras alternativas paralelas e agora corre o risco de não ter avanço no ambiente comercial”, disse.

     
Na opinião de Nassar, ainda é cedo para calcular qual seria o prejuízo com o fracasso de Doha, mas certamente o País deixa de ganhar, principalmente, no acesso aos novos mercados.
     
Mas, de acordo com um diretor da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil, o setor agrícola brasileiro deixará de ganhar cerca de US$ 10 bilhões nos próximos dois anos devido ao colapso das negociações comerciais globais na OMC. “Teríamos aumentado nosso faturamento em US$ 10 bilhões nos próximos anos se a Rodada Doha tivesse tido sucesso,” disse Antônio Donizeti Beraldo, diretor do departamento de comércio exterior da CNA, que representa mais de 2 mil associações de produtores rurais do Brasil.
     
Acordos multilaterais O ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, alinhado ao discurso do chanceler Celso Amorim, defendeu a continuidade dos acordos multilaterais. “Apesar do fracasso de Doha, o Brasil vai continuar insistindo em negociações multilaterais. Procuramos não encerrar as negociações por mais que não se tenha avançado. A expectativa é rever essa situação”, disse Guedes. No entanto, ele não descartou os acordos bilaterais como uma segunda opção. “Se não houver alternativas, vamos para as bilaterais”, declarou.
     
Entidades preocupadas A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assinou, ontem, uma Declaração Conjunta na qual compartilha com as principais entidades empresariais pertencentes aos países do Grupo dos Seis (G6) a preocupação em relação à interrupção das negociações no âmbito da OMC.
     
De acordo com a nota, a Fiesp diz que não pode concordar na transferência da culpa para o setor privado. Além de considerar indispensável a retomada das negociações, a entidade diz que “melhor não ter acordo do que ter um péssimo acordo”.
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