Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação do agronegócio ficou 7% menos interessante no primeiro semestre

O resultado menos favorável ao setor é atribuído à valorização do Real.

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Redação (29/08/06)- O Índice de Atratividade do Agronegócio (IAT-Agro/CEPEA) teve queda de 7% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2005. O resultado menos favorável ao setor é atribuído à valorização do Real.

De fato, a valorização da moeda brasileira em relação a uma cesta de moedas dos principais parceiros do agronegócio do Brasil, medida pelo Índice de Câmbio do Agronegócio (IC-Agro/CEPEA), foi expressiva, de 15,87% entre os dois períodos.

Assim, nem mesmo o aumento de preços dos produtos exportados, de 10,21% no período, segundo o Índice de Preços de Exportação do Agronegócio (IPE-Agro/CEPEA), conseguiu segurar a atratividade do setor. Vale citar que essa reação dos preços foi puxada especialmente por produtos como carnes, açúcar, álcool e fumo, principalmente no mês de junho.

Apesar desse contexto bem menos favorável, o Índice de Volume de Exportação do Agronegócio (IVE-Agro/CEPEA) teve uma queda relativamente pequena (cerca de 1%) entre os períodos analisados.

Ao fazer a análise integrada desses índices, pesquisadores do Cepea destacam duas razões principais para a continuidade das exportações. Uma delas é a necessidade de exportar mesmo sem atratividade econômica (remuneração obtida no mercado interno seria maior que a gerada com exportação), tendo em vista a impossibilidade de escoar no mercado interno o total produzido por alguns setores. Já para outros segmentos do agronegócio, ainda que tenha havido diminuição da atratividade para exportar, as vendas externas ainda seriam a melhor alternativa em comparação ao mercado interno estagnado.

Resultados melhoram no trimestre Abril/Maio/Junho
Comparando o trimestre abril, maio e junho de 2006 ao anterior (jan/fev/mar), o câmbio esteve ligeiramente melhor às exportações do agronegócio o Real desvalorizou 3,98% em relação a um conjunto de moedas (IC-Agro/CEPEA). No mesmo período, os preços dos produtos exportados (IPE-Agro/CEPEA) reagiram 7,66%.

O resultado foi um aumento da atratividade do agronegócio de 12% (IAT-Agro/CEPEA). Isso permitiu um aumento de 10,3% no volume exportado (IVE-Agro/CEPEA).

Para o segundo semestre, os preços internacionais sinalizam continuidade de alta. O comportamento do câmbio, portanto, irá novamente determinar a atratividade das exportações agro.

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