Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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UE quer mais garantias sobre sanidade no Brasil

O Comitê Permanente da Cadeia Alimentar e de Saúde Animal do bloco ouvirá explanação sobre missão ao país, que abordou o plano de monitoramento e controle de resíduos e contaminantes apresentados pelo Brasil.

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Redação (29/08/06)- A União Européia discutirá a situação sanitária de produtos agropecuários importados do Brasil, na semana que vem, na primeira reunião do Comitê Permanente da Cadeia Alimentar e de Saúde Animal do bloco, após as férias do verão europeu. O comitê ouvirá explanação sobre missão ao país, que abordou o plano de monitoramento e controle de resíduos e contaminantes apresentados pelo Brasil.

Esse plano foi aprovado parcialmente pela UE, para as carnes bovina e de aves. Mas Bruxelas quer também o controle para pescados, camarão e carne eqüina. “A UE continua preocupada com a situação no Brasil e quer mais garantias sobre os produtos que importa”, afirmou Philip Tod, porta-voz para questões sanitárias da UE.

Maior cliente dos produtos agropecuários do Brasil, a UE tem insistido para o país reforçar os controles sanitários. A Copa Cogeca, principal central agrícola europeia, pediu em julho para Bruxelas proibir a entrada de produtos agrícolas brasileiros, alegando que não respeitariam as normas sanitárias. “Não recebemos resposta da UE, mas estamos atentos ao problema”, disse uma porta-voz da entidade.

Enquanto isso, a carne bovina brasileira pode ter mais espaço na Suíça, país que não faz parte da UE. O governo suíço confirmou que vai bloquear a importação de carne procedente dos Estados Unidos a partir de 2007, porque, como a UE, não aceitará mais carne tratada com hormônio.

Hoje, 85% das importações de carne bovina da Suíça vêm do Brasil. E a expectativa é de que as compras do produto brasileiro aumentem, substituindo a importação procedente dos EUA, por exemplo. “Nao temos problema com a carne brasileira”, declarou o assessor Marcel Falk, da divisão suíça de questões sanitárias.

Além disso, a Suíça decidiu investigar se os Estados Unidos estâo vendendo arroz transgênico para seu mercado. No país, uma moratória aprovada em votação popular proíbe a importação de produtos com ingredientes transgênicos. Mas, após a descobertra de traços de arroz transgênico recentemente, nos estoques nos EUA, os suíços decidiram agir. É que 30% do arroz consumido no país vem dos EUA. O Japão, que também importa arroz americano, já suspendeu as compras.

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