Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Avicultura indignada

Abef e UBA lançam manifesto contra protecionismo comercial da União Européia, que deve limitar as importações de produtos industrializados de carnes de aves.

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Redação AI (31/08/2006) A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef) e a União Brasileira de Avicultura (UBA) divulgaram hoje (31/08) um manifesto contra o protecionismo comercial na União Européia (UE). O documento ressalta a indignação do setor avícola brasileiro contra a decisão dos europeus de limitar as importações de produtos industrializados de carne de aves, os quais possuem maior valor agregado, o que pode ocorrer já a partir de setembro. O manifesto chega a intitular a medida com um “regresso ao colonialismo”.

De acordo com o documento, os exportadores nacionais já pagam aproximadamente 1.450 Euros de tarifa extra-cota e salvaguardas agrícolas por tonelada de carne de frango in natura exportado. “Isto para garantir um acesso de apenas uma parte do restrito mercado importador europeu (5% do consumo interno)”, ressalta o manifesto.

O setor avícola brasileiro afirma ainda que se a UE quer praticar o livre comércio pregado em seus discursos oficiais deveria repensar o protecionismo dado a seu setor avícola. “Se realmente quer contribuir para o desenvolvimento, redução das desigualdades e integração comercial das nações emergentes, chegou o momento de comprovar suas intenções. A decisão de aplicar tais medidas protecionistas poderá prejudicar, de forma irreversível, qualquer progresso futuro tanto nas negociações comerciais entre União Européia e Mercosul quanto nas negociações da Rodada de Doha”, enfatiza o comunicado.

Leia o Manifesto na íntegra, assinado pelas entidades e representantes listados abaixo.

ABEF Ricardo Gonçalves

AVIPE – Sr. Antonio Cunha Araújo

APINCO – Jose Flavio Neves Mohallen

SADIA – Gilberto Tomazzoni

ACAV/SC – Ronaldo Muller

ASGAV – Aristides Vogt

AURORA José Zeferino Pedrozo

APA – Erico Pozzer

SINDIAVIPAR Domingos Martins

ACEAV Jose Alberto Bessa Junior

AVES/ES – Antonio Venturini

GRANJA ALVORADA – Luis Bossi

AVIMIG – Tarcisio Franco do Amaral

COBB-VANTRESS Jairo Arenazio

SEARA – Clever Pirola Avila

AVIMA Marcos Antonio de A. Ferreira

GSI/AGROMARAU – Alexandre Santin

SUPER FRANGO – José Carlos de Souza

FRANGO SERTANEJO – Umar Said Buchalla

HYLINE DO BRASIL – Rogério Belzer

FACTA – Edir Nepomuceno

ACAB Adair Ribeiro JR

AGROCERES – Ivan Luandos

AGA – Uacir Bernardes

FACTA Ariel Mendes

UBA Zoé Silveira DÁvila

FRANGOESTE Pedro Scaggion

ASA ALIMENTOS Aroldo Silva Amorim Filho

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