Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Nova ofensiva para reabrir mercados à carne brasileira

O Ministério da Agricultura reforçou as negociações para acelerar a retomada das vendas a mercados fechados às carnes brasileiras.

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Redação (20/10/06) – Os negociadores também costuram novos acordos com importadores considerados referência no mercado internacional.

No início de novembro, o ministro Luís Carlos Guedes Pinto viajará a Santiago para derrubar o embargo chileno à carne bovina dos Estados de Rondônia e Acre. Em junho deste ano, o governo do Chile liberou apenas as importações de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Temos um compromisso prévio de explicar o andamento dos trabalhos de erradicação da aftosa aqui para estender a liberação a outros Estados”, diz o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Gabriel Maciel.

O governo federal também voltará a tentar a reabertura do mercado da Rússia à carne suína. A tática, agora, será solicitar a extensão da recente reabertura parcial à carne bovina de São Paulo e Goiás para os suínos. A tentativa incluirá um pedido para reabilitar a produção de Santa Catarina.

Uma missão brasileira negociará, em Moscou, um mecanismo de monitoramento bilateral do fluxo de comércio de carnes, proposta ainda na gestão do ex-ministro Roberto Rodrigues. O Brasil quer restringir a análise ao suínos, mas os russos insistem em ampliar para todas as carnes. “Esse mecanismo vai ajudar muito a nossa relação”, avalia o secretário de Relações Internacionais, Célio Porto.

Recentemente, o setor privado russo propôs a fixação de uma cota anual de 300 mil toneladas de carne suína. O lado brasileiro não se interessou pela proposta. As conversas na Rússia vão abordar a criação de um comitê consultivo na área agrícola e rediscussão do acordo sanitário bilateral que prevê embargos de até dois anos a Estados com problemas sanitários e um ano para as unidades vizinhas.

Quinta maior importadora de carnes brasileiras, a África do Sul terá um tratamento preferencial. O ministério está concluindo a tradução das respostas a um questionário do parceiro. “Depois disso, devemos receber uma missão técnica sul-africana”, informa Porto.

Para ampliar as negociações a países mais protecionistas, uma força-tarefa do ministério visita desde o início desta semana os representantes dos governos de Japão e Coréia em missão técnica. Pela primeira vez, os japoneses aceitaram discutir o modelo de regionalização adotado pelo Brasil para separar o país em áreas livres e de risco para a febre aftosa. A missão prepara o ambiente para a eventual assinatura de um acordo pelo ministro Guedes Pinto, que deve visitar os países asiáticos no fim de novembro. “O Japão é rigoroso e uma referência mundial em sanidade”, diz Porto.

Na volta da viagem à Ásia, o ministro da Agricultura deve visitar o México para estabelecer acordos bilaterais para o comércio de suínos, frangos, lácteos e, talvez, frutas tropicais. Uma missão técnica estará no país para avançar em negociações prévias. “O México é um mercado muito importante, porque está no Nafta e só decide de acordo com EUA e Canadá”, diz o secretário Gabriel Maciel.

 

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