Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Georeferenciamento protege exportação de aves e suínos no RS

Iniciativa público-privada resulta na criação de um software com base de dados única, integrado com GPS, que faz diagnóstico da cadeia produtiva de aves e suínos no RS.

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Redação (07/11/06) – Aproximadamente 19 mil unidades produtoras de aves e suínos do Rio Grande do Sul (RS), assim como indústrias do ramo, estão cadastradas em um banco de dados e integradas por meio de um software de georeferenciamento desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa resultou de uma parceria entre o setor público e privado que tinha quatro enfoques: o diagnóstico da cadeia produtiva da região; utilização das informações para fins ambientais, como a avaliação de rios e lençóis freáticos; defesa sanitária, para detecção imediata de doenças e regiões com restrição a exportação, e fornecimento de banco de dados para programação logística das empresas do setor.

Em junho de 2005 começou a ser desenvolvido o sistema com a cadeia de aves e, três meses depois, o trabalho foi estendido para suínos. Com o programa desenvolvido pelo Laboratório de Geomática da Universidade, no departamento de engenharia rural da UFSM, só faltava colocar na base as informações e vincular com o geoprocessador, que faz o levantamento por GPS (Global Positioning System) e descarrega os dados diretamente no software. Em março deste ano já pudemos ver os resultados. Hoje a fase é de treinamento e manutenção, já que quase todas as unidades estão georeferenciadas, conta o professor titular do departamento de engenharia rural da UFSM, Enio Giotto.

Segundo ele, tudo foi mais fácil porque a iniciativa foi pensada para ser executada com tecnologias móveis e permite que o bolsista da universidade que vai até as propriedades envie dados em tempo real. Além disso, existiam sistemas semelhantes desenvolvidos pela própria UFSM, com a diferença de que, depois do georeferenciamento, as informações iam parar em papéis ou planilhas Excel. Agora, quando identificamos uma doença, como em agosto de 2005 aconteceu o Newcastle similar à febre aftosa, mas que afeta aves e impede a exportação do que é produzido num raio de 50 quilômetros , registramos imediatamente as áreas bloqueadas com mais precisão e agilidade, descreve Giotto.

As verbas para o projeto vieram das indústrias de aves e suínos envolvidas, como Perdigão, Sadia e Frangosul, que desembolsaram cerca de 300 mil reais. O professor conta ainda que as informações estão disponíveis também para o Ministério da Agricultura e que a idéia é estender a iniciativa e atender também as propriedades de subsistência.

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