Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Aves, boi e cana ajudam a desacelerar inflação em novembro

Um dos principais destaques no sentido descendente foi aves de 9,00% para menos 5,08%.

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Redação (06/12/06) – Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou há pouco que o Indice Geral de Preços  Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0,57% em novembro, após uma alta de 0,81% em outubro. O índice acumula alta de 3,52% nos 11 primeiros meses do ano e de 3,59% nos últimos 12 meses. 

Dois dos três componentes do IGP-DI mostraram acréscimos em suas taxas de variação entre outubro e novembro: o Indice de Preços ao Consumidor (IPC), de 0,14% para 0,24%, e o Indice Nacional de Custo da Construção (INCC), de 0,21% para 0,23%. Em sentido inverso, o Indice de Preços por Atacado (IPA) registrou redução em sua taxa, de 1,16% para 0,75%.

No IPA, o índice relativo a Matérias-Primas Brutas apresentou alta de
3,03%, após elevar-se 5,10%, no mês anterior. Os principais destaques no sentido descendente foram: bovinos (5,58% para menos 7,01%), aves (9,00% para menos 5,08%) e cana-de-açúcar (deflação de 1,89% para queda de 4,19%). Em sentido
oposto, atenuando a desaceleração do grupo, vale mencionar: café (em grão) (0,85% para 13,10%), milho (em grão) (11,07% para 13,89%) e mandioca (aipim) (0,01% para 14,55%).

O índice do grupo Bens Intermediários registrou deflação de 0,18% em
novembro, ante uma queda de 0,27% em outubro. Dois dos cinco subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas. O destaque ficou por conta do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de menos 2,32% para menos 1,40%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão dos combustíveis e lubrificantes para a produção, elevou-se 0,14%, depois de registrar alta de 0,30%, em outubro.

No estágio dos Bens Finais, a taxa de variação recuou de 0,39%, em outubro, para 0,37%, em novembro. A principal contribuição para a desaceleração partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa recuou de 1,83%, em outubro, para menos4,39% em novembro. O índice de Bens Finais (ex), obtido após a exclusão de alimentos in natura e combustíveis, registrou inflação de 1,08%, acelerando-se em relação a outubro, quando a taxa havia sido de 0,55%.

O Indice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou inflação de 0,24%, acima da apurada no mês de outubro, de 0,14%. Cinco das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: Alimentação, Despesas Diversas, Transportes, Vestuário e Educação, Leitura e Recreação, em ordem decrescente de impacto sobre o IPC. 

Entre as classes citadas, os destaques foram: frutas (deflação de 4,21% para alta de 0,37%), cigarro (1,19% para 4,27%), álcool combustível (deflação de 5,56% para queda de 1,79%), roupas (1,46% para 1,78%) e passagem aérea (deflação de 2,30% para queda de 1,06%), respectivamente.  

Em sentido contrário, registraram decréscimos em suas taxas de variação os grupos Habitação e Saúde e Cuidados Pessoais. A primeira classe de despesa foi a que mais contribuiu para conter o avanço do índice, dada a queda registrada na taxa do item tarifa de eletricidade residencial, que passou de 0,21% para menos 1,63%.

O núcleo do IPC registrou inflação de 0,26%, em novembro, ante 0,17%, em outubro. Para efeito de cálculo do núcleo, em novembro, foram excluídos 43 dos 87 itens componentes do IPC. Destes 43, 19 registraram variações acima de 0,80%, taxa que, no processo de cálculo do núcleo, representa a linha de corte superior, e 24 apresentaram taxas abaixo de menos 0,02%, linha de corte inferior. O índice de dispersão, que mede a proporção de itens com variação
percentual positiva, subiu de 51,54% para 56,58%.

A taxa de variação do Indice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,21%, em outubro, para 0,23%, em novembro. Dos três componentes, apenas Materiais registrou decréscimo em sua taxa de variação, que recuou de 0,35%, em outubro para 0,30% em novembro. O índice referente ao grupo Serviços avançou de 0,37% para 0,49%. Quanto ao grupo Mão-de-Obra, a taxa de variação passou de 0,04%, em outubro, para 0,12%, em novembro. O acréscimo foi conseqüência do reajuste salarial na cidade de Recife. Com informações da Agência Leia.

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