Reduzir os subsídios agrícolas dos EUA para 13 bilhões de dólares ao ano e a nova proposta lançada por mediadores da OMC para a Rodada de Doha poderia privar os fazendeiros norte-americanos de reservas necessárias para eventuais mudanças nos preços.
Para EUA, proposta da OMC para corte de subsídio é ”inaceitável”
Redação (19/07/07) – A informação partiu de uma autoridade do governo Bush nesta quarta-feira (18/07), quando mediadores da OMC divulgaram textos conciliatórios com o objetivo de tentar salvar a Rodada de Doha.
A proposta de Crawford Falconer, que chefia as negociações agrícolas na OMC, poderia reduzir o teto de todos os subsídios dos EUA distorcivos ao comércio em até 66 por cento, para algo entre 13 bilhões e 16,4 bilhões de dólares por ano.
"Temos deixado claro que isso é inaceitável", disse uma autoridade dos EUA, que preferiu ficar no anonimato.
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Segundo ele, um corte para 13 bilhões de dólares não daria aos EUA margem para dar apoio aos fazendeiros, se os preços, atualmente em níveis recordes para o milho e outros produtos, caírem no futuro.
O governo dos EUA, que em sua última proposta formal ofereceu um teto para cortes de 53 por cento nos subsídios, tem dito que poderia fazer mais se e, apenas se, os outros países reduzissem as tarifas de forma significativa.
A autoridade disse que a proposta na OMC focaram muito em redução de subsídios agrícolas e não deu novos passos para permitir que os demais membros da OMC reduzam suas tarifas.
Falconer não fez sugestões específicas sobre, por exemplo, quanto de suas tarifas os países em desenvolvimento estariam aptos a cortar, um dos assuntos mais polêmicos até o momento.






















