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Subsídio de US$ 15 bi ainda é alto, diz Camargo Neto

Para o presidente da Abipecs, se a Rodada Doha permitir que os EUA mantenham o mesmo nível de subsídios o acordo será medíocre.

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Redação (26/09/2007) – Se os Estados Unidos aceitarem limitar os subsídios agrícolas em US$ 15 bilhões para concluir a Rodada Doha, da Organização Mundial de Comércio (OMC), o acordo será "medíocre" para o Brasil. A avaliação é de Pedro Camargo Neto, ex-secretário de Produção e Comercialização do Ministério da Agricultura e um dos principais especialistas em subsídios do País.

"A Rodada permitir que os EUA mantenham o mesmo nível de subsídios é medíocre", diz. Apesar da autorização para US$ 48,2 bilhões, os EUA aplicaram, em média por ano, US$ 15,4 bilhões entre 1995 e 2005. Para Camargo Neto, os americanos querem garantir um espaço para elevar os subsídios quando os preços das commodities caírem.

Segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos EUA, o país deve aplicar US$ 13,6 bilhões em subsídios agrícolas esse ano
Um teto de US$ 12 bilhões para os subsídios americanos – que hoje parece ser um cenário muito otimista – é considerado por Camargo Neto como um "acordo modesto". Ele acredita que os EUA vão exigir uma espécie de "cláusula de paz", que impedirá os países de contestarem os subsídios em painéis na OMC. "Depois de 20 anos de negociação, acreditava que os danos à agricultura acabariam", diz, admitindo que foi ingênuo.

Ele lembra que, em 1988 na reunião ministerial de Punta del Leste, no Uruguai, o discurso dos Estados Unidos, na época governado por Ronald Regan, era favorável ao subsídio "zero". Para Camargo Neto, os EUA mudaram de posição, reagindo ao avanço do Brasil na agricultura.
Hoje na presidência da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Camargo Neto reconhece avanços obtidos nas negociações como o fim do subsídio à exportação, as limitações para o apoio aos plantadores de algodão e, principalmente, um limite de subsídio por produto. Para Camargo Neto, é importante que os EUA não possam concentrar os subsídios.

O texto de embaixador neozelandês Crawford Falconer, mediador agrícola, propôs limitar os subsídios americanos entre US$ 13 bilhões e US$ 16, 4 bilhões. A expectativa geral é fechar algo em torno de US$ 15 bilhões. Camargo Neto duvida da força política do presidente George W. Bush para aprovar esse limite no Congresso, que está mais protecionista. Bush perdeu a Trade Promotion Authority – autorização do Congresso para que o Executivo negocie acordos comerciais. Ainda assim, Camargo Neto acredita na conclusão da Rodada. "O Brasil precisa concluir essa negociação e seguir em frente, mas o provável é que seja um resultado modesto. Não dá para vender como se o Lula tivesse dobrado o Bush", diz.

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