Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Salário mínimo deveria ser de R$ 1737,16

Segundo o Dieese, este valor cobriria os gastos de um trabalhador e sua família, com base no custo de vida do mês de setembro.

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Redação (05/10/07) – O salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 1737,16, com base no custo de vida em setembro, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Este valor, cerca de 4,5 vezes maior que os R$ 380 do salário mínimo em vigência, cobriria os gastos de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, de acordo com a Constituição.

De acordo com o Dieese, um trabalhador que ganha um salário mínimo por mês comprometeu 48,41% de sua remuneração de setembro, descontada a contribuição previdenciária, para a compra da cesta básica de alimentos. Em agosto, este percentual era de 47,74%, enquanto há um ano, o percentual do salário mínimo necessário para a compra da cesta básica era de 46,04%.

Em Porto Alegre (RS), que tem a cesta básica mais cara do País, o trabalhador que recebe salário mínimo utiliza mais da metade de sua remuneração (58,92%) para comprar os gêneros alimentícios de primeira necessidade.

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