Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Frigoríficos ainda terão que passar por inspeção antes de exportarem

As unidades que estavam habilitadas a exportar carne para a Rússia terão agora de ser certificadas para o varejo no País europeu para retomarem as vendas.

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Redação (06/12/2007)- Embora o Governo tenha anunciado, no final de novembro, o fim do embargo russo à carne brasileira, frigoríficos de oito Estados que foram autorizados a retomar as exportações para aquele mercado terão antes que ser inspecionados pelos órgãos de defesa sanitária dos dois países, o que só deve acontecer em 2008.

No final de novembro, a Rússia informou ao Governo brasileiro que a partir de 1º de dezembro retomaria as importações de carne bovina e suína fornecida por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Amazonas e sul do Pará.

As importações desses Estados foram suspensas em dezembro de 2005 por causa dos focos de febre aftosa registrados em rebanhos de MS e do Paraná. Entretanto, a retomada das vendas depende da inspeção que também será feita nos frigoríficos localizados em outros Estados que já tinham autorização para exportar para a Rússia, segundo informações de técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.

Na prática, as unidades que estavam habilitadas a exportar carne para a Rússia terão agora de ser certificadas para o varejo no País europeu para retomarem as vendas. Isso significa que as empresas terão que adotar o sistema de embalagem individual das peças com etiqueta de origem. As cargas precisarão ser enviadas diretamente da indústria aos entrepostos e o certificado sanitário internacional terá de ser admitidos em papel moeda.

Os exportadores avaliam que as novas regras como rigorosas e acreditam que elas dificultarão as exportações brasileiras. O objetivo da nova rodada de inspeção é credenciar empresas para venda direta no mercado varejista da Rússia. As empresas que têm interesse em continuar vendendo carne para o mercado russo devem encaminhar o pedido de vistoria à Secretaria de Defesa Agropecuária. As medidas fazem parte de entendimentos para um novo acordo sanitário entre o Brasil e Rússia.

Novos detalhes do acordo devem ser acertados em um encontro de representantes dos dois governos por volta do dia 15 de dezembro informou fonte da iniciativa privada.

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