Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Secretaria da Fazenda sugere cortes a frigoríficos

Governo do Estado e cadeia da carne decidem como serão implementadas mudanças no Agregar, que concede benefício fiscal ao setor frigorífico.

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Redação (19/12/2007)- A cadeia produtiva da carne estará reunida hoje, na Secretaria da Fazenda, para debater com o governo do Estado onde serão feitos os cortes no programa Agregar-RS, que concede benefício fiscal ao setor frigorífico. O diretor da Receita estadual, Júlio César Graziottin, adiantou que os atuais R$ 60 milhões que são liberados por ano como incentivo deverão ser reduzidos. A intenção é conversar com o setor para aprimorar o programa.

Contudo, ontem à tarde, os representantes da pecuária gaúcha convocados para o encontro ainda não sabiam o que seria tratado. No entanto, todos tinham o mesmo palpite: os créditos presumidos do ICMS.

Um dos problemas apontados pelo governo é a defasagem na quantia sobre a qual é calculado o pagamento de imposto. Isso porque é feita uma estimativa do valor que o produto chega ao consumidor final para o cálculo do tributo devido. "Por exemplo, a picanha é vendida por R$ 20,00, mas o ICMS é calculado sobre R$ 15,00. E isso beneficia as indústrias de fora do Estado também", assinalou Graziottin. Aumentando o valor sobre o qual é calculado o imposto, cresce a arrecadação. Graziottin afirmou que a intenção é mexer no valor (instrumento tributário) e na concessão de benefícios.

Atualmente, o ICMS pago pelos frigoríficos no Agregar é reduzido de 7% para 2,5%. "As demais carnes, de aves e suínos, pagam 7%. Só a carne bovina tem essa vantagem competitiva de pagar 2,5%", frisou. Cerca de cem frigoríficos estão enquadrados no Agregar, de um total de mil abatedouros.

O presidente da Federação da Agricultura do RS (Farsul), Carlos Sperotto, disse que o setor já tem um alinhamento para apresentar à Secretaria da Fazenda, mas não quer polemizar antes de ouvir a proposta do governo. "Vamos ter uma rodada de tratativas para ver o que querem fazer."

O diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Carne e Derivados no RS (Sicadergs) , Zilmar Moussalle, declarou que primeiro quer ouvir a proposta governista para depois avaliá-la. "Será sobre os créditos presumidos", previu o dirigente.

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