Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Chile habilita duas fábricas de Santa Catarina

A Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS) vê na medida “um importante passo”, mas lamenta que apenas duas fábricas tenham sido habilitadas a exportar.

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Redação (03/07/2008)-  O governo chileno anunciou a habilitação de duas fábricas de Santa Catarina exportadoras de carne suína. O presidente da ABIPECS, Pedro de Camargo Neto, faz a seguinte declaração a respeito:

"A abertura do mercado chileno, após longa e injustificada demora, representa um importante passo. Trata-se da primeira real abertura após o reconhecimento de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação, status obtido em maio de 2007. Atuamos para que o mercado chileno represente o primeiro de muitos novos mercados para a carne suína do Brasil.

"Infelizmente, o Chile habilitou somente duas fábricas. Certamente, outras unidades industriais em Santa Catarina estão igualmente preparadas para exportar. Mais uma vez, a autoridade sanitária do Chile deixa de atuar com transparência e nível técnico que esperaríamos de um país vizinho. Parece que insistem em administrar o comércio por meio de medidas sanitárias.

"Esperamos que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tome providências, exigindo relatório detalhado dos motivos que levaram o Chile a restringir a entrada em seu mercado da carne suína dos demais frigoríficos de Santa Catarina.

"Deveria interessar ao Chile, e também ao Brasil, estabelecer um diálogo baseado na confiança mútua e em critérios técnicos, nunca comerciais, quando se trata de sanidade".

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