Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Chile habilita duas fábricas de Santa Catarina

A Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS) vê na medida “um importante passo”, mas lamenta que apenas duas fábricas tenham sido habilitadas a exportar.

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Redação (03/07/2008)-  O governo chileno anunciou a habilitação de duas fábricas de Santa Catarina exportadoras de carne suína. O presidente da ABIPECS, Pedro de Camargo Neto, faz a seguinte declaração a respeito:

"A abertura do mercado chileno, após longa e injustificada demora, representa um importante passo. Trata-se da primeira real abertura após o reconhecimento de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação, status obtido em maio de 2007. Atuamos para que o mercado chileno represente o primeiro de muitos novos mercados para a carne suína do Brasil.

"Infelizmente, o Chile habilitou somente duas fábricas. Certamente, outras unidades industriais em Santa Catarina estão igualmente preparadas para exportar. Mais uma vez, a autoridade sanitária do Chile deixa de atuar com transparência e nível técnico que esperaríamos de um país vizinho. Parece que insistem em administrar o comércio por meio de medidas sanitárias.

"Esperamos que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tome providências, exigindo relatório detalhado dos motivos que levaram o Chile a restringir a entrada em seu mercado da carne suína dos demais frigoríficos de Santa Catarina.

"Deveria interessar ao Chile, e também ao Brasil, estabelecer um diálogo baseado na confiança mútua e em critérios técnicos, nunca comerciais, quando se trata de sanidade".

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