Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Credibilidade a SC

O mercado chileno é pequeno, mas representa o primeiro reconhecimento da comunidade internacional para a excepcional condição de área livre de aftosa sem vacinação reconhecida pela OIE.

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Redação (04/07/2008)- A abertura do mercado chileno para a carne catarinense tem efeito mais institucional do que propriamente econômico: o Chile é um mercado pequeno, mas representa o primeiro reconhecimento da comunidade internacional para a excepcional condição de área livre de aftosa sem vacinação reconhecida pela Organização Internacional de Saúde Animal. A avaliação é do economista e diretor da Coopercentral Aurora, Luiz Hilton Temp.

O Brasil exporta para o Chile pouco mais de 80 toneladas de carne de frango por mês. Cerca de 99% desse mix é formado por produtos industrializados, com pequena e esporádica participação de inteiros, cortes e salgados. Em razão da forte presença de produtos processados, os preços praticados nessas exportações são 86% acima da média.

Os preços permaneceram estáveis em 2006 e 2007, mas em 2008, registram incremento médio de 5% ao mês. Praticamente inexistiram exportações brasileiras de carne suína ao Chile: apenas uma tonelada em janeiro e duas toneladas em agosto, ambas em 2006. “Não há perspectiva de grandes negócios na área de carnes suínas”, admite Temp, mas a abertura é importante do ponto de vista da credibilidade internacional. O Chile tem acordos bilaterais com México e Japão cujos padrões de exigência são conhecidos pelo rigor e pela inflexibilidade de suas exigências.

O Brasil aguardava-se a liberação das exportações para o Chile provenientes de Santa Catarina desde a obtenção do certificado de livre de febre aftosa sem vacinação, em maio de 2007, junto à Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Somente em dezembro de 2007, o Chile reconheceu o status de Santa Catarina, mas aguarda-se a habilitação individual das fábricas, o que está prestes a ocorrer.

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