Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Lula chega ao G8 para defender biocombustíveis e agricultura

Para brasileiro, alta nos preços dos alimentos não é um problema, e sim uma “oportunidade” para a produção.

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Redação (08/07/2008) – Luiz Inácio Lula da Silva chegou à Sapporo, no Japão para as cúpulas do G-8 e G-5, nesta terça-feira pela manhã. O presidente brasileiro está afiado para defender os biocombustíveis e criticar os subsídios agrícolas.

A participação de Lula na reunião dos cinco países emergentes será na terça-feira à tarde. Na quarta-feira, junto com outros membros do grupo – México, China, Índia e África do Sul -, participará do chamado encontro ampliado, com os líderes do Grupo dos Oito Países mais Industrializados do Mundo (G-8).

Lula já deixou claro qual será o tema principal de sua agenda, antes mesmo de chegar: a defesa dos biocombustíveis, ao qual algumas organizações e governos responsabilizam pelo aumento global dos preços dos alimentos.

"O Brasil não aceitará esse argumento inverso de que o biocombustível provoca inflação nos alimentos", disse Lula na partida por meios de comunicação brasileiros. "Vou ao Japão, à reunião do G-8, só por isso".

Os preços dos alimentos sofreram elevação em todo o mundo nos últimos meses, e vários especialistas atribuem o fenômeno a fatores diversos, incluindo o aumento do petróleo, a maior demanda, às condições meteorológicas extremas, à produção intensa de biocombustíveis e à especulação do mercado.

A crise tem provocado protestos em partes da África e da Ásia, além de gerar temores de que se estendam os problemas de desnutrição e a instabilidade econômica.

Mas para o Brasil, a situação cria também preocupação de que se reforcem os subsídios agrícolas, principalmente nos países desenvolvidos, uma prática que Lula tem criticado especificamente em fóruns da Organização Mundial do Comércio – OMC.

Lula assinalou que o Brasil não considera o aumento nos preços dos alimentos como um problema, senão uma "oportunidade", de melhorar a produtividade no campo.

O presidente brasileiro considera, ainda, que os biocombustíveis, longe de ser uma causa do problema de alimentos, constituem uma das esperanças mais sólidas do planeta para combater o aquecimento global, outro dos temas previstos em sua agenda.

O primeiro encontro de Lula em terras nipônicas será com seu colega mexicano Felipe Calderón, que preside os encontros do G-5.

Também vai conversar com os presidentes da China, Hu Jintao, e da Coréia do Sul, Lee Myung Bak, segundo a agenda divulgada pela chancelaria.

Para a tarde desta terça-feira está marcado o encontro do G-5, e na quarta-feira o grupo se unirá aos líderes do G-8, que realizam desde segunda-feira sua cúpula em Toyako, um centro turístico localizado a cerca de 150 quilômetros de Sapporo.

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