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Quatro anos após acordo sanitário, China ainda é promessa para as carnes

O governo brasileiro ainda enfrenta fortes dificuldades para abrir o cobiçado mercado do país asiático.

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Redação (22/07/2008)- Quase quatro anos após anunciar um amplo acordo sanitário com a China, o governo brasileiro ainda enfrenta fortes dificuldades para abrir o cobiçado mercado do país asiático às carnes nacionais.

Os embarques de empresas brasileiras à China tem, ao contrário, registrado forte redução no volume desde 2005, quando o regime de cotas foi substituído pelo sistema de habilitação de frigoríficos. Na comparação entre o primeiro semestre deste ano com igual período de 2007, as exportações do complexo carnes à China recuaram 91%, despencando de US$ 8,82 milhões para residuais US$ 807 mil.

Em 2007, a situação já era ruim: as vendas somaram US$ 13,9 milhões, desempenho 32% inferior aos US$ 20,4 milhões de 2006. A meta do governo previa vender US$ 600 milhões em carne bovina e US$ 200 milhões em frangos até o ano passado.

Estimulado por um encontro bilateral na semana passada, em Pequim, o governo brasileiro aposta na vinda de uma missão sanitária chinesa em meados de setembro para avançar na habilitação de novos frigoríficos. "Mas há uma questão de fundo que é a exigência deles para a assinatura de acordos bilaterais, e não unilaterais", diz o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto. O Brasil insistia em firmar acordos sem considerar as ambições chinesas de exportação de carnes de aves e tripas suínas.

Para destravar as negociações, o Brasil acenou agora com a habilitação de três frigoríficos chineses de aves e de tripas de suínos. "Se der certo, podemos habilitar 24 frigoríficos de aves e adicionar cinco novas plantas de bovinos às três hoje autorizadas a exportar para lá", calcula.

De Genebra, onde participa das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC), Célio Porto informa, entretanto, que a reunião do Comitê Sino-Brasileiro de Alto Nível (Cosban), encabeçado pelo vice-presidente José Alencar, teve que ser postergada de setembro deste ano para fevereiro de 2009.

"Eles estão totalmente absorvidos pelas Olimpíadas", disse. Um reforço na tentativa de abertura, aposta o secretário, será a nomeação de Clodoaldo Hugueney como novo embaixador brasileiro em Pequim. Diplomata experiente, Hugueney é um dos principais negociadores brasileiros na OMC, onde tem mantido relações próximas com os chineses.

O secretário Célio Porto informa que os chineses tem dado sinais de interesse na abertura por causa dos planos de formação de estoques reguladores de carne para combater a inflação dos preços. No caso da carne suína, o governo chinês estima uma elevação de 60% nos preços internos. "Por isso, eles já reduziram o imposto de importações da carne brasileira de 12% para 6% até o fim do ano", afirma.

Para os bovinos, os chineses acenam com a concessão de guias de importação a cinco plantas de Mato Grosso, São Paulo e Goiás. Os cinco foram habilitados em 2006, mas precisam das guias para vender a carne. "Mas não estão descartadas novas inspeções aqui", diz o secretário.

A China tem brecado a compra das carnes com exigências burocráticas via reiterados pedidos adicionais de informação. Mesmo sendo membro da OMC, adota restrições sanitárias mais duras do que as recomendadas.

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